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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 24 de maio de 2017

A LIBERTAÇÃO DE LILITH III

Gabriel estava com seus exércitos acampado sobre o Monte Sagrado, de frente para o leste, e por uma decisão própria, havia enviado seu principado mais fiel à uma missão ousada e transgressora, mas estava em paz com seu coração. Havia sentido a vinda de Miguel, o único que com certeza responderia seu chamado urgente. Estava certo de tudo que seu coração tinha decidido durante a madrugada, e que fora executado pelo nascer do sol. Sempre fora sozinho em sua missão, só contava com o apoio do Seu guardião e protetor, o Arcanjo Miguel.

Miguel sabia que pela perspicácia e inteligência, que sempre foram características da personalidade mais íntegra e leal, que Gabriel, o agora  Arcanjo, seu discípulo mais amado, com certeza o estaria esperando. Ele já teria sentido tudo, e tomado alguma decisão imediata, e com certeza, muito perigosa. Era o que mais lhe preocupava, as vezes aquele Arcanjo adolescente era impetuoso e afobado demais. Claro, que passava em seus pensamentos, que Gabriel sempre lhe fora um enigma, porque sempre suas atitudes haviam dado certo, mas que poderia estar errado daquela vez.

Mas, não era só isso que o atormentava, o que havia acontecido no quinto céu, onde ficava a sala da criação, o santuário que somente o Espírito da Verdade, Deus, o Amém e o Assim Seja, porque no nesse quinto céu, nenhum outro espírito havia se sequer descoberto onde ficava sua localização, era sagrado demais para que se pudesse se pelo menos imaginá-lo. Mas, sua última criação havia chamado a atenção de tudo e todos. Não era normal tanta glória na criação de um único espírito. Algo parecido havia acontecido a muitas eternidades atrás.

Belzebu sentiu-se impelido a invocar um poder mais antigo, fazendo um sacrifício eterno, e que lhe colocava sozinho na batalha que mostrava-se ser de deuses, e não podia perder tempo, um adversário poderoso o estava aguardando em algum lugar. Seu andar monstruoso e tremendo, assustou outros principados, e colocou um alerta de perigo no ar. Ele estava calado a muitas eternidades, não que fosse de falar muito, porque só falava quando era extremamente necessário. E aquele parecia ser um momento imperioso para soar sua poderosa voz de principado.





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