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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 3 de maio de 2017

A CASA MAL ASSOMBRADA XLVIII

O raio levou-me direto para o mais profundo daquele espírito que havia vencido e subjugado. Pela primeira vez estava adentrando o templo sagrado de um espírito que havia tentado matar-me. Mas, por algum motivo eu não havia tido coragem para matá-lo, somente quis perscrutar seu espírito para saber quem ou o quê o tinha mandado até mim. Sabia que não uma tarefa fácil, até porque, nunca havia feito isso antes. O máximo que havia feito, era ter vencido alguns espíritos ou posto-os para fugir. Mas nunca tinha subjugado nenhum espírito e tornado-o meu.

Mas, naquela batalha que estava travando, precisava de armas mais poderosas para enfrentar aquela casa que estava, sem dúvida nenhuma, querendo matar alguém de minha família. Ela precisava de sangue. Disso eu sabia. Sabia também que não era o meu pois conseguia discernir e perscrutar o seu espírito sanguinário. Só não sabia que ela queria muito mais coisa do que estava imaginando. Não se deve subestimar a força e sagacidade de um espírito. Principalmente, se este for um demônio, pois não há como se saber suas reais intenções.

Estava correndo perigo adentrando o espírito daquele demônio. Não havia como saber o que me esperava. Finalmente, cheguei no mais íntimo de seu espírito. Sua essência era realmente das trevas. Toda a energia que emanava dele era das trevas, e subjugava-me com grande força e poder, nem de longe parecia aquele demônio que havia falado comigo há pouco, muito menos parecia com aquele espírito com cara de contristado que havia-me ensinado que o raio era o caminho para as resposta que eu precisa ter.

Foi quando aquelas trevas que habitavam o íntimo daquele demônio falou comigo, e disse-me que eu precisava apagar minha luz para poder continuar a perscrutar todo a grandiosidade daquele espírito. Eu sabia o significava, e não queria fazer isso. Tinha receio de como  poderia afetar meu espírito essa atitude. Mas, ali diante daquela força demoníaca, eu não poderia ser luz, eu deveria ser trevas. Mas como? Eu sempre fui luz? Nunca tive a necessidade de ser e refletir minhas trevas. A necessidade havia chegado, e eu deveria manifestar aquilo que havia negado desde de criança. Pelo menos, era o que eu pensava ter feito todo esse tempo.

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