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YAMÊ ARAM

terça-feira, 2 de maio de 2017

A APARIÇÃO DE JESUS CRISTO

Eu tinha nove anos quando fui surpreendida pela aparição de Jesus Cristo. Não tinha  a menor intenção de conhecê-lo. Na minha concepção, não era um espírito que merecesse minha atenção, ou, que merecesse que eu  quisesse conhecê-lo. Já tinha por experiência convivendo com minha família evangélica e católica, aprendido a rejeitar esse principado. E, depois que fui morar no interior do Amazonas, e conhecido os mais poderosos feiticeiros, que foram quem me ajudaram a sobreviver à toda tortura e perseguição violenta de seu Bené, e por isso, não me interessava conhecer quem nunca se quer olhou para mim.

Eu estava plena em minha realidade espiritual, e já sabia quem era o bem e quem era o mal, só não tinha nem iria escolher qual dos dois seguir. Minha feitiçaria já me protegia, e todos os espíritos da mata também já estavam comigo. Havia conseguido guarita naquilo que mais me apareceu impossível. A mata no início era minha maior inimiga, mas depois de um tempo, vi e conheci que era ela quem me daria o proteção que precisava para sobreviver até que pudesse sair de casa e da guarda de minha família.

Sabia que não seria católica nem evangélica. Tinha certeza já nessa idade de quem eu era e que dom eu possuía. Talvez isso pareça soberbo demais para quem lê meu posts, mas também, não estou querendo que nem quero que acreditem no que escrevo e creio. No entanto, também não sou ignorante para ser enredada por qualquer fé ou religião. Desde de criança que consigo, até mesmo, antecipar pensamentos que serão pronunciados como palavras. Por isso, já fui expulsa de algumas igrejas evangélicas e até centros de umbanda, porque sabia o era verdade e onde estava a mentira.


Minha espiritualidade havia me levado para longe de Deus e do Diabo, se é que isso é possível, e não havia em meu espírito lugar para nenhuma religião ou fé, que não fossem o que me estava me ajudando, ou havia ajudado-me quando mais precisei. Pois, foi a feitiçaria que me livrou de morte pela mão do mão do homem, quando fui deixada à mercê da fúria e ódio de seu Bené. Talvez, ali naquela situação, eu tenha perdido a ligação com o mundo dos homens e com o mundo de minhas famílias, e que a partir daquele momento de perigo, foi só com que eu pude contar e confiar para continuar viva, a minha própria feitiçaria.

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