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YAMÊ ARAM

domingo, 2 de abril de 2017

OS QUATRO BRUXOS XVIII

Mas um outro espírito chamou-me novamente para dentro do limbo, mas dessa vez, fui tão profundamente, adentrei tão longe em seus domínios, que cheguei à um lugar mais terrível, os  espíritos que o habitavam, não possuíam mais memória, e as suas consciências haviam sido tomadas pela loucura. Não possuíam mais nenhum raciocínio, e haviam tornado-se como demônios furiosos, e eram perigosos para novos espíritos, pois eles conseguiam pela loucura, devorar qualquer espírito que encontrassem vagando.

Então o espírito que havia invocado-me falou para que eu não ficasse com medo, e que somente tocasse neles, e eles seriam  libertados. Fiz exatamente como ele me mandou, e toquei no primeiro que estava vindo me devorar, e imediatamente ele deu grito, e uma luz violeta começou a envolvê-lo, até que ficou completamente envolto por ela, e então sua sanidade retornou junto com a sua memória, e ele agradeceu-me muito e sumiu virando um monte de estrelinhas. Aquilo me deu muita alegria e uma paz enorme invadiu meu espírito.

Mas mais uma vez o guardião daquele limbo apareceu, e tentou expulsar-me pela terceira vez, mas muitos espíritos se aglomeraram em volta de nós, e pediam-me para que não saísse de lá sem antes libertá-los, recusei a ordem do guardião, passando detrás dele e toquei a maior quantidade de espíritos possível, muitos gritavam negando que estavam mortos, mas a luz os consolava e os fazia aceitarem sua condição de morte, e eles eram envolvidos pela luz roxa que os transportava para algum lugar que não sei qual.

Mas o guardião daquele lugar veio pessoalmente me colocar para fora, e eu tive que sair. Mas, quando estava saindo, uma voz antiga me chamou novamente, e disse-me que esperasse o próximo chamado. No momento que a voz soou, eu soube imediatamente que aquele havia expulsado-me daquele limbo não era o principado que governava-o.Talvez fosse somente um guardião, ou um general, algo assim. Mas o principado era dono da voz que falava comigo. Dei um sorriso sarcástico, como quem está dizendo "eu sabia!", e obedeci lentamente a ordem do guardião.

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