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YAMÊ ARAM

domingo, 4 de setembro de 2016

O CANTO DO MATIN II

-A alegria de Dona Raimunda me comoveu e eu fiquei com vergonha de está com aquela cara emburrada igual  estava. 

-Olha gente, nós preparamos uma festança pra gente comemorar as festividades de final de ano. Tem é coisa pra gente fazer! Dona Georgina,  seus meninos sabem nadar?

-Aquela última pergunta de Dona Raimunda me deixou feliz demais. Eu adorava pular n'água. Era a coisa que eu mais gostava de fazer. 

-Sabem sim, Dona Raimunda! Esses curumins parecem uns patos de tanto que gostam de ficar dentro d'água! Esses dias atrás tive dá uma surra neles pra saírem d'água. -Dona Raimunda riu-se do que lhe contou a mamãe.

-Bita! Zélia! -Gritou Dona Raimunda com uma voz tão aguda que acho que pessoal ouviu do outro lado do rio.

-Já vamos, mãe! -Gritou a Bita lá do outro porto da casa.

Somente a casa do Seu Jabuti tinha dois portos,  todas as outras tinham apenas um porto. Mas, a enseada onde eles moravam dava vista pra todo lado daquela região. Era um terreno lindo onde ficava a casa deles.


De repente, olhei de onde a Bita tinha gritado, e elas vinham subindo trazendo várias cambadas de peixes que haviam caído nas malhadeiras durante à noite. Elas eram mais forte que qualquer caboclo. Aquelas cuiantães eram terríveis. Nada podia com elas. Ou melhor, elas podiam com tudo. 

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