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YAMÊ ARAM

terça-feira, 12 de julho de 2016

O MILAGRE DO ANINGAL VI

Quando a onda chegou a um palmo do meu nariz, eu já não conseguia olhar para cima pois ela já me cobria por completo, e eu já não podia mais correr dali, mas também não havia medo em meu coração. Somente a ansiedade de que elas aparecessem para falar comigo e me inquirissem, como Dona Binhí havia me dito, mesmo segundo ela, eu não tendo feito esse tipo de encantamento antes, mas que também segundo ela, meu próprio dom de feiticeira me ensinaria tudo, e como eu deveria fazer tudo quando elas aparecessem.

Então, antes que a onda virasse em cima de mim, as vozes de duas mulheres  soaram de dentro da onda, e com o som demoníaco, elas me interpelaram, dizendo porque eu as tinha incomodado, e como eu ousava invocá-las naquela noite. Assim que suas vozes me inquiriram, eu respondi sem medo algum em meu coração, e disse-lhes meu nome e o nome de Dona Binhí, então, elas responderam-me dizendo que eu esperasse novamente a segunda onda, pois elas mesmas só viriam na segunda onda, pois somente suas vozes vinham antes das duas cobra grande.

Então, após o termino das vozes delas terem falado comigo, a onda se desfez passando por baixo dos meus joelhos, e tudo serenou a minha volta, as águas se acalmaram, e meu coração parou de bater acelerado, e um poder tremendo tomou conta do corpo rapidamente, enquanto eu firmava meus pés novamente no fundo do rio, enquanto esperava pela segunda onda, que verdadeiramente trariam as duas cobras grandes até mim.

Não demorou dez minutos, e a segunda onda levantou-se novamente no meio do rio, mas dessas vez não demorou nem dez segundos, e ela já cobriam por completo, mas nem de longe se parecia com a primeira,pois ela veio com fúria e força total, que até os cacos e o barco foram lançados para cima da ponte, destruindo totalmente a ponte, que tínhamos trocado de lugar naquele dia durante a tarde, pois como era  período de enchente, era necessário trocá-la quase todo dia, para que a água não levasse os paus e as tábuas que usávamos para fazer a ponte na qual amarrávamos o barco e os cascos.

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