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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 16 de junho de 2016

OS QUATRO BRUXOS XVII

O inimigo mostrou todo seu poder, e barcos gigantescos e negros, com exército incontável e destruidor dentro de seus porões, boiam de dentro das águas daquela lagoa que cercava a pequena ilha. Todos os barcos possuíam um comandante terrível. Os barcos possuíam canhões capazes de destruir cidades inteiras, a quantidade de seus arcos era numerosa, e todas as armas foram apontadas para a pequena ilha, onde os nove espíritos haviam sido aprisionados, e ela seria com toda certeza destruída pelo poder daquele exército.

Minha mente chegou num lugar escuro e sem som algum. Era um limbo, e estava cheio de espíritos perdidos, e que vagavam sem rumo. Eles buscavam sua casa, mas nunca a encontravam. Seus espíritos estavam cegos, e nunca conseguiriam ver o verdadeiro caminho para suas casas. Tive compaixão por eles, pois os achei lindo e digno de misericórdia pois precisavam dela.

Um dos espíritos se aproximou de mim, e pediu-me para que eu o colocasse em contato sua filha, que estava viva e morando com sua mãe, que também estava ainda encarnada. Imediatamente eu consegui achar o espírito de sua filha, e o coloquei dentro de seu sonho para que pudesse falar com sua filhinha. Ela não podia ver seu pai, mas ele a amava tanto, que seu amor passou através de mim, e a alcançou, e ela pode ver seu pai em seu sonho, e ele falou com ela, e ela ouviu.

Vários espíritos também se aproximaram de mim, e pediram-me para ajudá-los a ver a luz que os levaria de volta para suas casas, e eu prontamente os ajudei, mas logo, o guardião daquele lugar me repreendeu, dizendo que eu não deveria fazer aquilo, pois eles deveriam ficar daquela forma mesmo. E assim meu espírito fio mandado embora daquele lugar, mas como aquele limbo era enorme, outro espírito me chamou novamente a voltar para dentro dele, e eu fui atender seu chamado.

Mais uma vez muitos espíritos pediram minha ajuda, e prontamente os ajudei. Mostrei-lhes tudo o que eles queriam saber e ver, e assim que eles viam a verdade, eram envolvidos numa luz que os iluminava e os levava de volta para seus lares, e eu os via felizes junto de seus familiares e amigos, e a alegria os inundava, mas mais uma vez o guardião me colocou para fora do limbo novamente.

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