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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 16 de junho de 2016

O CAVALO BRANCO XI

Uma sensação estranha tomou conta do meu espírito, uma pressa apossou-se de mim, e eu apareci diante da luz que brilhava. Não era uma luz, eram casas incendiadas, parecia que tinha sido uma vila, onde humanos haviam morado, mas debaixo de toda aquela escuridão e fogo, lembrava um filme de terror no qual todos morrem. Eu empunhei a espada de fogo que Áirôis havia me dado pois lembrava que suas palavras haviam avisado-me que aquele lugar era dominado pela escuridão e loucura.

A espada respondeu o meu chamado e tornou-se flamejante, e seu brilho foi maior que o brilho do fogo que consumia aquele lugar, e tudo que estava na escuridão veio para a luz, e saltou para cima de mim, imediatamente eu estava cercada por uma legião de espíritos loucos, que outrora tinham sido humanos, mas que devido o mal que havia dominado aquele planeta, tornaram-se espíritos humanos demoníacos, destruidores, famintos, maldosos e perigosos, e estavam a procura do menino que eu também estava procurando.

Eles nem pensaram e já pularam para cima de mim querendo destruir-me com suas garras do tamanho de um braço de um homem, suas presas eram afiadas e tão grandes que ficavam para fora de suas bocas quando fechadas. Suas pernas tinham mais ou menos uns dois metros e meio de tamanho, seus pés tinham mais ou menos um metro, e eram espalmados como pés de pato, e as suas unhas  fincavam na terra quando andavam, e faziam buracos enormes no chão. Suas colunas haviam envergado e crescido dentro de seus corpos.

Empunhei a espada flamejante que Áirôis havia me dado, ela respondeu com mais fogo, então a rodei em volta de mim, e ela consumiu todos os espíritos humanos demoníacos num raio de uns cem metros ao meu redor, mas mais deles pularam em cima de mim, o dobro do que havia pulado antes, mais uma vez rodei a espada flamejante em volta de mim, e seu fogo e seu tamanho também cresceram e consumiram todos os espíritos humanos demoníacos que haviam pulado, então, percebi que lutaria eternamente ali, se continuasse lutando parada no mesmo lugar, então saltei por cima dos espíritos, e corri por uma antiga estrada, e mais espíritos, tantos que pareciam uma nuvem de tão grande que era o seu número.

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