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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 16 de junho de 2016

O ANJO JAZEL E O SEXTO CAVALEIRO

Enquanto eu via o poder do Oitavo Anjo de Jazel, o Sexto Anjo moveu-se silencioso entre os Quatro Ventos, e estes não anunciaram o seu poder, mas deixaram-no  passar e manifestar seu Principado. Ele era diferente de todos os outros anjos, pois o sol e a lua o seguiam, clamavam seu nome entre os ventos e toda a terra. Seu nome estava escrito em letras douradas acima de sua coroa que possuía sete diademas, dos quais saiam raios e trovões furiosos e traziam consigo a vingança de Deus.

Sete vozes soaram de debaixo do trono de Deus, e as pedras afogueadas que sempre estiveram acesas, que brilham desde o todo sempre, tiveram seu fogo apagado por  um espaço de tempo mas logo seu fogo foi devolvido e o trono moveu-se e começou a descer para a terra, e tudo estremeceu com o som de um grande trovão, que com sua poderosa voz, anunciou a descida do  trono de Deus, que estava vindo para o grande julgamento e para assentar-se dentro do primeiro espírito humano que tornasse-se filho de Deus.

O Sexto Anjo de Jazel bradou sem fazer juramento, pois desde que o Oitavo Anjo não fez juramento, e o trono de Deus moveu-se do céu que somente o Pai e Espírito podiam adentrar, estava suspenso o poder do juramento, e que a partir daquele momento não haveria mais sim nem não, somente a verdade, que fosse o sim, sim, e que fosse o não, não, sob o julgo e o peso da verdade.

Então, as feras da terra, as feras e monstros dos mares e dos rios, e as aves carniceiras dos céus, responderam ao chamado do Sexto Anjo de Jazel, e as matas abriram suas portas, e os deserto soltaram as sete feras, e todas as feras famintas e carnívoras saíram, aquelas que  estavam guardados para estes dias, que tinham sua morada no deserto da tentação, e que eram alimentas pelo tentador, foram soltas sobre a terra, e devoram uma terça parte dos homens, e comeram velhos, jovens, homens, mulheres e crianças, e a terra também teve que beber  do sangue dos corpos despedaçados pelas feras, e mataram, mastigaram mas não engoliram a carne de todos que devoraram, e cuspiram-na de volta sobre a terra, que mais uma vez teve que comer a carne dos mortos.


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