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YAMÊ ARAM

domingo, 19 de junho de 2016

O ANJO JAZEL E O DÉCIMO CAVALEIRO

O Décimo Anjo de Jazel não moveu-se de seu lugar, mas de debaixo das patas de seu cavalo levantou-se uma enorme fumaça de enxofre e sal, e subiu até às nuvens dos céus, e contaminou todas as nuvens e água que flutuavam nos céus, e caiu chuva ácida sobre uma terça parte da terra, e tudo que suas gotas de água tocaram foi consumido e derreteu.

Muitos homens tentaram se esconder dentro de suas casas, e a chuva tornou-se mais ácida, e destruiu não só a casa e o homem, mas também o terreno onde ficava a casa. E então, o  homem chorou, pois sentiu a dor de sua carne sendo corroída pela chuva ácida que caiu sem piedade sobre ele. Então, o Décimo Cavaleiro, um dos Anjos de Jazel, desembainhou sua espada, e a levantou para o céu, e feriu os sete céus sete vezes, e muitos anjos  caídos subiram para o céu, e também a mesma quantidade de anjos ascendidos desceram para o inferno.

Então, um grande véu se rasgou, e a guerra estava armada no mundo dos homens, entre o s filhos das trevas e os filhos da luz, e no reino dos sete mundos,  os que foram usados pelo tentador, quando tentou o nosso Senhor Jesus Cristo. Então, Jazel deu ordem para que o Décimo Cavaleiro libertar-se seu cavalo, e este levantou suas patas traseiras e relinchou quatro vezes, e mais fumaça de enxofre e sal saíram das quatro patas de seu cavalo, enquanto ele cavalgava e feria a terra com seu julgamento.

Então, muitos espíritos humanos clamaram com fé, e todos ouviram, e vieram vozes de todos os lados, e se juntaram ao clamor dos homens, e seu clamor tornou-se forte. Então, uma mulher vestida de todas as cores desceu dos céus, e ela trazia um cálice de ouro em sua mão esquerda, e ria para todos, mas seu sorriso trazia seu julgamento, e ela era anunciada por sete espíritos que clamavam dizendo um para outro, que a partir daquele momento, seria para o homem, uma medida de fé por uma medida de espírito, e uma grande balança subiu do centro da terra, e esta se abriu ao meio para a balança sair de seu ventre, para que pudesse pesar o destino da terra e do homem.

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