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YAMÊ ARAM

sábado, 25 de junho de 2016

O ANJO DE LUZ III

Depois que comi, agradeci a todos que haviam servido-me e suprido minhas necessidades, e matado minha fome, e coberto-me do frio, quando trocaram minhas roupas. Então, olhei para o meio do vilarejo, e o homem que eu havia visto dormindo atrás das minhas costas, na cama da mãe do Gabriel, e que eu não quis acordá-lo para não incomodar seu sono, estava sentado bem no barracão que ficava no centro do vilarejo, e eu o reconheci, e vi que teria que falar com ele, nossos olhos haviam se cruzado profundamente, e sabíamos que teríamos que nos saudar um ao outro.

Então eu disse ao pessoal do vilarejo que estava comigo, que se afastassem, pois eu iria saudar e falar com aquele homem, loiro, alto, de corpo esguio e totalmente definido e perfeito, de mais ou menos um metro e noventa de altura, de lábios finos, bem desenhados e rosados, sua barba era muito bem feita mas era cerrada, sua pele não tinha nem uma cicatriz e seu corpo era dourado que chegava brilhar, e seus pelos eram loiros e brilhavam como diamantes, suas pernas eram longas e muito desejáveis, sua túnica dava no máximo no meio de suas coxas, e vestia uma espécie de couraça de couro por cima de sua túnica, que era amarrada e apertada pelo lado direito e esquerdo.

Seus punhos de ambos os braços, seus braços, possuíam e eram amarrados por braceletes de couros, dos quais sete cordas de couro desciam e ficavam penduradas debaixo de seus braços, e possuíam bolas pequenas de ouro puro nas pontas delas. Sua túnica era de algodão muito branco, e reluzia naquela noite escura, e o vento parecia balançar-lhe as bordas de sua túnica, para que esta acariciasse suas belas coxas com músculos extremamente bem definidos, em cujo joelho direito estava seu cotovelo direito apoiando seu queixo quadrado e pontiagudo com dois furinhos maravilhosos que desenhavam seu queixo quando apertava seu maxilar inferior, contraindo a musculatura de todo o seu queixo do lado esquerdo do rosto.

O pessoal do vilarejo adivertiu-me que eu não deveria ir conversar com aquele homem pois eu não sabia quem ele era, e eu os adiverti que eles também não sabiam quem eu era, mas eu iria falar com aquele homem, e então caminhei em sua direção, quando aproximei-me, o saudei com todo respeito que um espírito como ele é digno de ser saudado. Foi quando ele olhou-me com ira em seus olhos, e disse que se  ele quisesse poderia quebrar minha coroa naquele momento, pois sua coroa era maior que a minha. e eu nem sequer começaria essa guerra. Mas eu afastando-me dele um passo, o adiverti de que eu já tinha lutado contra Deus e o Diabo, e não teria medo algum do tamanho de sua coroa, mas que se ele quisesse nós lutaríamos ali mesmo naquele vilarejo.


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