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YAMÊ ARAM

segunda-feira, 20 de junho de 2016

O ANJO DE LUZ II

Quando entrei no caminho que levava para o céu, que cortava aquela montanha de baixo a cima, e a dividia no meio, os espíritos que o caminho vomitava para fora dele e da montanha, ficavam no pé da montanha amaldiçoando-a e amaldiçoando também a mim, pois tinha entrado no caminho mas não poderia ajudá-los, pois eles queriam tomar o caminho a força, mas a força não caminhava por aquele caminho, pois nele todas as forças findavam.

Decidi deixá-los para trás e seguir pelo caminho, não sabia exatamente onde iria chegar, mas também, não estava preocupada com o que iria encontrar naquele caminho, pois eu estava pronta e despertada. Já tinha saído de meu sono espiritual, já tinha chegado a hora de estar desperta, e eu estava. Pela primeira vez em minha vida, eu sentia-me segura e completamente empoderada de minha realidade espiritual e missão, e caminhava com meus pés descalços  sobre o chão daquele caminho silencioso que meu espírito estava andando.

Eu não era mais o que fora quando criança, agora eu era o espírito e corpo de uma mulher, e toda minha realidade espiritual havia mudado junto com meu estado físico e corporal, pois eu havia aceitado minha missão e realidade espiritual, e isso havia me libertado do julgo do homem, e foi quebrada toda cadeia e destruído todo grilhão que me aprisionavam, e impediam-me de ver quem eu era de verdade, de onde havia vindo, a mando de quem eu estava aqui, se deveria obedecer ou não, mas conhecer minha morte havia aberto os meus olhos e libertado a minha mente.

Cheguei num vilarejo que ficava no meio do caminho, no meio da montanha, e muitos espíritos me viram de longe, e correram para me encontrar, e chegando perto de mim, abraçaram-me feliz, e dizendo que já haviam ouvido falar de mim, e que estavam me esperando, pois sabiam que eu teria que passar por ali e atravessar seu vilarejo. Então, os velhos daquele vilarejo também vieram me saudar, e mandaram que os mais novos  trocassem minhas roupas, meus sapatos e me dessem comida, pois sabiam o quanto eu estava caminhando, e quanto isso consumia energia de meu corpo e espírito. Imediatamente as crianças já chegaram com tudo o que eu precisava, e trocaram minhas roupas por roupas brancas e de algodão, e sandálias de couro de boi de cor preta, colores e pulseiras de pedras brancas, e também brincos, e também me deram comida, servida em uma espécie de cuia de cor preta.

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