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YAMÊ ARAM

sexta-feira, 17 de junho de 2016

AS DUAS CIGANAS XII

Então elas falaram na minha língua, e eu as compreendi. Elas disseram que se eu quisesse ouvir o que as cartas sagradas tinham a  dizer, deveria enfiar minha mão direita por dentro da segunda mesa, até que meus dedos pudessem pegar as cartas que estavam sobre a primeira mesa, que estava bem abaixo de nós. Mas, que  deveria preparar-me para sentir a dor da morte, que talvez até meu corpo não suportasse, mas que se eu quisesse ouvir, assim deveria ser.

Eu prontamente disse-lhes que não tinha medo da dor, e que muito menos tinha medo da morte, e que havia dado meu sangue aos espinhos que escondiam o jardim sagrado das Duas Ciganas, e que não sairia dele sem ouvir tudo o que as cartas sagradas tinham para me dizer. E sem pensar duas vezes, enfiei minha mão direita dentro da segunda mesa, então, as cartas sagradas que estavam postas sobre a primeira mesa,  levantaram-se e flutuaram girando no ar sobre a primeira mesa.

Meu corpo foi invadido por uma dor dilacerante, e quase caí de joelhos, mas meu espírito deu forças ao corpo, e eu consegui levantar-me, e pude manter-me de pé, enquanto enfiava a mão dentro dos raios de luzes de cor violeta, dentro dos quais as cartas flutuavam e giravam. Por um momento eu achei que não fosse conseguir esticar meu braço direito até a primeira mesa, para poder tirar uma carta.

E quando eu consegui pegar a primeira carta sagrada que flutuava entre raios de luzes violeta que causava imensa dor ao meu corpo, e a puxei para fora das duas mesas, as Duas Ciganas disseram-me para que eu virasse a primeira carta para que elas pudessem ver a cartas e assim me dizer o que ela queria falar-me. Então, eu virei a carta, e havia uma coroa dourada desenhada na carta. Era uma coroa com vinte e quatro diademas, e eles eram de diamantes cravejados na própria carta, e quando as Duas Ciganas viram a coroa que estava na carta, olharam-se assustadas, e conversaram entre si, e depois viraram-se para mim, e abriram suas bocas ao mesmo tempo.

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