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YAMÊ ARAM

terça-feira, 28 de junho de 2016

A LUA NEGRA DOS ÍNDIOS VERMELHOS VII

Nhambiquara estava sentado como mandava o momento e a tradição de seu povo, entre os pensamentos que rondavam-lhe a cabeça, estava a preocupação com seu filho que até aquele momento não tinha aparecido com suas perguntas intermináveis sobre a origem de seu povo, e sobre o futuro de sua amada tribo.

Nhambiquara estava chegando aos oitenta anos, era um índio muito jovem para os padrões de idade de sua tribo, pois os que menos viviam, morriam com mais de duzentos e cinquenta anos, pode-se dizer, que ele era um índio de maia-idade. Era sábio para sua idade, mas como nunca quis demonstrar muito conhecimento, sua tribo desconhecia o habitava seu espírito.

Sua simplicidade e calma diante das situações, faziam om que todos na tribo o respeitassem, e sempre acatassem o que dizia sua doce voz. Tupã o admirava e se espelhava em seu pai para tornar-se um índio perspicaz no futuro, pois sabia que isso sempre o ajudaria, então, não perderia tempo com coisas vãs, mas aprenderia tudo o pudesse aprender com seu pai, e este não se cansava de ensinar seu espirituoso filho, seus conhecimentos guardados no íntimo de seu espírito.

Seus olhos já haviam avistado uns cincos troncos grandes de árvores mortas que quando caísse a noite, ele carregaria primeiro que qualquer outro índio, para assim iniciarem a primeira noite de fogueira, que deveria ficar acesa a noite toda, que naquela noite estaria regendo a Lua Negra, então, a fogueira deveria ficar acesa todas  as nove noites e nove dias, mas o fogo do dia deveria aguentar o dia inteiro sem que fosse necessário colocar mais troncos.

Sem perceber, ele é surpreendido pelas leves mãos de Tupã, seu filho mais amado por ser o mais velho, que acabara de chegar ao seu lado, descendo por um cipó d'água que descia da copa de uma grande árvore até o chão, acompanhado de Yara, que já foi logo perguntando tudo a respeito de  tudo que iria acontecer em sua tribo a partir daquele momento, e como todos poderiam ajudar o pajé na purificação de seu povo.

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