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YAMÊ ARAM

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

A APARIÇÃO DE SATANÁS

Eu estava com quinze anos na época quando Satanás apareceu diante dos meus olhos. Há dias eu estava passando muito mal. Não conseguia comer direito, mas forçava-me a comer durante o dia. Um amargor havia tomado conta de minha boca, até minha saliva estava amarga. Meu corpo estava trêmulo e um pouco fraco.

Eu conhecia muito bem aquela sensação que estava perturbando-me há alguns  dias. Não podia ainda falar nada com minha família e amigos. O homem que desceu do céu, quando eu tinha apenas três, havia me dito para eu esperar até meus dezesseis para poder falar sobre minhas visões e os acontecimentos que se sucediam comigo no mundo espiritual, e que naquele momento, estava acontecendo algo espiritual no mundo físico.

Essas experiências meta-físicas, já não eram mais surpresas para mim. Mas alguns espíritos me eram completamente estranhos e inusitados. E Aquele espírito que havia se materializado bem na minha frente, diante dos meus olhos infantais, era um príncipe, e eu me preparei espiritualmente para aquela visita, que eu não sabia se seria amigável. Até porque, não era um espírito qualquer, mas sim, um principado do mais auto nível do reino espiritual.

Eram seis da horas da tarde, todos haviam saído, e eu estava deitada em minha cama. Nessa época, eu já não dormia mais na rede. Estava por isso, até um pouco aliviada. Pois pelo menos, ninguém sentiria aquela energia satânica se aproximando de nossa casa. Coisa que eu estava tentando evitar que acontecesse. Eu sentia-me completamente refém quando uma autoridade dessa aparecia para mim, pois minha família era estremante inocente e incapaz de enfrentar uma batalha contra um espírito como aqueles que apareciam sempre diante dos meus olhos e ouvidos.

Eu senti que uma energia muito poderosa e sombria se aproximava de minha casa, e como eu não podia deixar que ela entrasse, projetei meu espírito para fora do meu corpo e de minha casa, recebendo a visita, flutuando sobre a rua que passava na frente de casa; Ele se materializou a uns sete metros de distância de mim. Era Ele! Sim, era Satanás, que estava em espírito e matéria diante dos meus olhos. Eu estremeci inteira. Um calafrio enorme e dolorido tomou conta do meu corpo. Minha voz desapareceu. Faltaram-me os pensamentos, e fugiram-me as forças.

Eu não precisei perguntar seu nome pois o conhecia muito bem. Satanás veio caminhando lentamente até mim. Seus olhos estavam fixos nos meus. Seu caminhar era calmo e tranquilo, não parecia ser tão terrível como diziam a más línguas. Claro, só tolos falam do que não conhecem, e pelas suas próprias palavras são condenados, e sofrem por falta de julgamento.

Satanás aproximou-se de mim, uns três metros e disse: -Saudações, ANDÁRAS ARANAMS! -Não compreendi as ultimas duas palavras de sua saudação. Mas ouvi muito bem cada uma, por isso, as escrevi.

Ao som de sua voz fugiu a terra de debaixo dos meus pés. O vento silenciou na hora que suas palavras soaram. Um buraco enorme trouxe uma escuridão medonha sobre nós. Mas na terra, um temporal dos mais escuros e com ventavas que estavam  arrancando o telhado dos pobres parintinenses que tinham suas casas cobertas de palha, até mesmo telhados cobertos com brasilit estavam voando pelas ruas da cidade, e ameaçava destruir tudo, caso fosse preciso. Eu não podia arriscar uma batalha contra Satanás, ali dentro dos domínios da cidade.

Eu tinha que levar a batalha o mais longe possível da cidade de Parintins. Era perigoso demais lutar contra um principado como aquele, no meio de tanta gente inocente...








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