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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 28 de maio de 2015

O GRANDE DRAGÃO

Até aquele momento, eu não tinha ideia de que algo tão assombroso pudesse existir. Já tinha visto muitos espíritos, de luz e de trevas. Naquela noite, eu não conseguia dormir, mesmo tendo tomado dois diazepan no desespero para pegar no sono.

Passei quase sete horas daquela noite inesquecível, andando pela casa. Abria a janela. Fechava a janela. Lavava a louça. Arrumava a louça. Mas nada parecia acalmar-me. Foi então, que uma voz, chamou meu nome atrás das minhas costas.

Era uma voz grave e obscura. Tinha peso do som da voz de um principado. Meu corpo caiu para trás sobre um tapete velho que há na minha cozinha. Meu espírito elevou-se sobre o chão. Vi meu corpo caído no piso de casa.

Flutuei em direção de onde a voz vinha. Sabia que não era qualquer espírito que estava me chamando. Pouco espíritos podem acionar-me, principalmente, o meu espírito. Mas aquele conseguiu.

Cheguei em uma região de árvores mortas, que era coberta por uma névoa cinzenta. Mal dava para ver os pés. Desci sobre aquele chão completamente cheio de cinzas. Conforme caminhava, meus pés faziam as cinzas voarem ao meu redor.

Foi então, que avistei uma sombra alada, tão grande, que tive que virar completamente minha cabeça para cima, para poder conseguir vê-la por inteiro. Parecia um monstro. Ele bateu suas asas, e o som que elas produziram foi mais poderoso que mil trovões, e toda aquela névoa cinzenta que cobria aquela floresta voou para o leste. Então, pude ver que tudo naquele lugar estava vivo.

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