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YAMÊ ARAM

segunda-feira, 4 de maio de 2015

O CAVALO BRANCO X

Depois de muito sacrifício subindo aquela montanha ingrime, lembrei que não estava totalmente em carne. Embora eu houvesse levantado de minha cama quando vi Áirôis vindo do oeste, nada quando se está no mundo espiritual, ou em outra dimensão, é igual. Ousei dá saltos mais longos e rápidos, e para minha surpresa, deu certo. Fui saltando cada vez rápido. Fui me tornando cada vez mais forte. Pedaços de rochas enorme caiam da montanha à medida que eu saltava com mais velocidade e força. Até, que finalmente com um salto grandioso e destruidor eu cheguei no topo da montanha. Quando minhas mãos tocaram o chão, chegaram a enterrar na terra, e uma nuvem de poeira subiu com o impacto do meu corpo no solo. Não havia suor nem cansaço em meu corpo, nem sequer, uma única gota. Isso me tranquilizou muito, pelo menos eu não estava totalente à deriva daquilo tudo.

O topo da montanha tinha uns dez quilômetros de tamanho, era realmente grandiosa. Seu início tinha pelo menos cinquenta vezes o mesmo tamanho. Era admirável e grandioso o tamanho dela. Fiquei admirando-a durante um bom tempo, nunca tinha visto nada tão grande. Caminhei até chegar ao lado que dava para o leste, olhei para todos os  lados, mas não havia nada além de uma paisagem morta e desolada. Fui até o lado da montanha que dava para o sul, olhei em todas as direções, mas não havia nada além de destruição. Quando cheguei no lado que dava para o oeste, a mesma paisagem se repetia, somente escuridão e uma terra desvada pelo nada.

Fiquei um pouco desolada por não ter avistado nada. Uma certa decepção se apossou do meu coração. Fiquei um pouco triste naquele momento. Desejei mais uma vez que Áirôis estivesse ali para dar-me alguma orientação. Mas é claro, que nessas horas sempre se está sozinha. Eu já deveria está acostumada com esse tipo de situação, e era até infantil de minha parte esperar que fosse diferente. Então, voltei para o lado do topo da montanha que dava para o norte e caminhei até lá. Quando cheguei na beirada do precipício, sentei-me com as pernas penduradas. Fechei meus olhos, e busquei dentro de mim, qualquer força que pudesse achar. Um vento gélido, igual ao que soprava quando flutuei com Álrôis, soprou sobre meu rosto. Aquilo era tão refrescante, que fiquei durante um tempo apreciando aquela sensação. Fui abrindo meus olhos lentamente, e uma luz muito distante, quase imperceptível, brilhava timidamente entre as montanhas, mas estava tão longe, que chegava nem parecer uma luz, e sim uma miragem dos meus olhos.

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