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YAMÊ ARAM

terça-feira, 7 de abril de 2015

A CIDADE SAGRADA II

     Entrei na parte escura da rua ingrime, não havia sol nem lua, somente uma nuvem negra cobria o céu e havia devorado toda espécie de luz que existia. A rua ingrime fazia uma encruzilhada em forma de um T, com uma outra rua escura que passava acima.

     Quando comecei me aproximar da encruzilhada, um vento tempestuoso soprou da terra enchendo a saia do meu vestido, levantando-me do chão como se eu fosse uma pena. Meus olhos começaram a contemplar o mundo espiritual que estava me aguardando. Fiquei tentada a deixa-me levar por aquele vento. Mas, uma força enorme tomou conta de mim, e pude ver que na realidade, ainda não era hora de eu desencarnar.

      Imediatamente, comecei a procurar o que estava acontecendo comigo, até que, consegui identificar alguns espíritos ocultados naquela sombra que estava deitada sobre tudo, e que estavam querendo retirar meu espírito do meu corpo, para que eu não continuasse subindo a rua escura, com uma único relâmpago, eu os joguei para a luz, e assim, eles desencarnaram, eram uns duzentos espíritos.

      Então, com minhas duas mãos fui abaixando a saia do meu vestido, para diminuir a quantidade de ar dentro dela, e retornei bem devagar, até chegar novamente ao chão. Assim que, meus pés voltaram novamente a sentir a terra, continuei caminhando em direção à encruzilhada. Chegando nela, caminhei para a esquerda. Não havia mais ninguém naquele lugar. Tudo estava abandonado, e um grande pavor havia apoderado-se das casas, e expulsado seus moradores.

      O medo dominava aquele lugar. Eu arrepiava inteirinha, mas não tinha medo de nada. Uma voz gritou atrás de mim: -Yamê, espere! Não continue andando, tenho uma coisa para lhe mostrar. Mas, só se você quiser vê!

      -Olhei para trás pra ver quem gritara comigo. Era um homem vestido com uma camisa branca e uma calça preta. Não havia ouro nem prata em seu corpo, somente trazia três cartas em sua mão direita.

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