BOAS VINDAS!

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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 18 de março de 2015

A CIDADE SAGRADA

       Na madrugada desta segunda feira, dia nove de Março de 2015, eu vi o futuro do planeta terra e da raça humana. Foi uma visão perturbadora. Fiquei assustada com tudo que vi e ouvi. Tudo durou umas sete horas. Foi a visão, um sonho, ou como muitos dizem, "A viagem mais longa e terrível que já tive".  Já vi muita coisa linda e muita coisa tenebrosa também. Mas, está foi de longe a que mais me perturbou. Quase não dormi durante toda a madrugada, somente no momento que meu espírito era novamente levado para contemplar aquilo que o homem nega existir.

       Eu fui dormir por volta de uma hora e trinta minutos. Assim que peguei no sono, meu espírito saiu do corpo. Vi meu corpo deitado sobre a cama. Minha amiga estava deitada ao meu lado, e dormia tranquilamente. Já estou acostumada com isso. Mas, sempre fico apreensiva com o porque que está acontecendo.
        Meu espírito vagou por muitos lugar, até que cheguei numa rua ingrime. Antes de começar subi-la, fui abordada por uma mulher linda, que fez um vestido vermelho descer do céu, e vestir-me. Era um vestido maravilhoso, rodado e de um vermelho carmesim, com um cordão de algodão branco que amarrava na cintura, e flores brancas bordadas nas mangas e na saia, também de algodão. Ele arrastava no chão quando o vesti. Estava ventando, e algumas nuvens passavam flutuando no céu.

         O vestido coube perfeitamente no meu corpo. Ficou perfeito e extremamente sensual. Então, comecei a subi a Rua ingrime, haviam dois homens à minha esquerda, e estavam olhando-me caminhar. O vento fazia de tudo para levantar meu vestido, eu o segurava com as duas mãos, mesmo quando o vento soprava por trás das minhas costas.

         Mais dois homens saíram de duas casas que também ficavam a trás de mim. Não estavam me ameaçando, mas admirados por eu está subindo a rua que todos já haviam descido. Tudo estava escuro à partir do meio da rua, exatamente onde o vestido desceu sobre mim. Ele vestiu meu espírito, mas meus pés estavam descalços. Muitas pedras pequenas estavam pontiagudas, mas meus pés não tocavam aquele chão.

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