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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O CAVALO BRANCO IX

           Não havia uma montanha nem mesmo ao longe que meus olhos pudessem contemplar. Tudo era totalmente plano. Meus pensamentos vagavam entre muitos questionamentos, inclusive: Sobre como eu encontraria o garotinho; Como eu sairia com ele dali; O que eu enfrentaria naquela escuridão; e também, o que seria necessário que eu fizesse quando o momento da batalha chegasse.

            Não era atoa que Áirôis havia dado-me aquela espada de ouro e fogo. Suas recomendações também haviam mostrado-me que um grande perigo aguardava, escondido em algum lugar naquele planeta completamente morto. Não havia medo em meu coração, minha preocupação estava presa em algumas de suas palavras, "Que tudo dependeria de meu julgamento". Isto sim, me preocupava um pouco, não sou muito de pensar quando estou dentro de uma batalha, simplesmente luto para vencer.

            De repente, depois de muito caminhar sobre terras mortas e infrutíferas, deparei-me, finalmente, com algumas montanhas negras, que estavam à leste, oeste e para o norte, para onde eu estava caminhando. Fiquei animada, pelo menos, a paisagem estava mudando. Mas infelizmente, ainda não tinha avistado uma única vida sobre aquelas terras destruídas. Havia uma grande montanha que ficava no meio de todas as montanhas daquele lugar. Decidi subir naquela montanha talvez pudesse avistar alguma coisa que desse-me alguma luz sobre minha busca pelo garotinho perdido naquele mundo horrível.

             A montanha era alta e ingrime, mas, devido à toda desolação que consumia todo aquele planeta, havia muitas rachaduras que iam desde o início até seu topo. Comecei a subir a grande montanha, mas quanto mais eu subia, mais distante seu topo ficava de mim. Como não sou de desistir de primeira, continuei subindo sem pensar no quão longe estava do meu destino. Minha vontade era que Áirôis estivesse comigo para dizer o que eu deveria fazer naquele momento, ou então, para onde deveria seguir. Como eu estava sozinha, minha única chance era subir no topo daquela montanha, e tentar avistar alguma coisa que pudesse indicar-me o caminho a seguir.

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