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YAMÊ ARAM

terça-feira, 11 de novembro de 2014

O CAVALO BRANCO VI


            Flutuamos em direção ao planeta negro que estava à nossa frente. Não havia uma única luz sobre sua superfície morta. Quando finalmente nosso pés tocaram o solo do planeta, fiquei ainda mais aterrorizada. Até onde minha visão podia ver naquela negridão que cobria tudo, não havia uma única árvore ou vegetação. Som nenhum chegava aos nossos ouvidos.

            Áirôis então soltou minha mão e disse-me. -Yamê, eu só posso ir até aqui com você. Terei que deixá-la agora. Mas antes tenho uma coisa para lhe dá. -Áirôis abriu sua boca,  enfiou sua mão esquerda e o braço até o cotovelo dentro dela, e lentamente começou a puxar algo. Quando sua mão apareceu, estava segurando alguma coisa dourada que refletia uma luz tão forte, que meus olhos não conseguiam vê o que era que havia tirado de sua boca.

            -Dê-me sua mão Yamê. -Falou-me Áirôis com um tom autoritário.

            Eu estendi minha mão direita em sua direção, e o objeto reluzente, que brilhava tão intensamente, foi me dado por ele. Segurei o objeto com toda minha força, e a luz intensa emitida por ele foi diminuindo lentamente, e eu pude olha-lo mais diretamente. Era uma espada dourada. Toda de ouro. Possuía símbolos que nunca tinha visto. Pareciam letras, mas eu não conseguia entendê-los.

            Os símbolos iam desde o cabo até a ponta de sua lâmina. Cada um era feito de um tipo de ouro diferente. Seu comprimento era de mais ou menos um metro e meio e não pesava em minha mão. Seu cabo era todo cravejado com pedaços de estrelas que brilhavam fortemente conforme eu a movia com minha mão.

             Então Áirôis disse-me. -Esta espada sagrada está guardada comigo a muito tempo. Ninguém nunca a empunhou. Sua lâmina nunca soube o que é a cor do sangue, e seu fio nunca cortou uma carne. Este é meu presente por você aceitar vir comigo até aqui. Agora empunhe sua espada, Yamê.

              -Eu a empunhei, e uma luz muito forte começou a ser emitida por ela. Empunhei novamente, e ela se transformou numa espada dourada de fogo. Sua luz era tão forte que eu podia vê a mais de quinhentos metros de distância, mas não incomodava os meus olhos como antes.

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