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YAMÊ ARAM

segunda-feira, 30 de junho de 2014

OS QUATRO BRUXOS XVI


 Os dois rios que nasceram das mãos da menininha de um ano e meio, eram poderosos e muito misteriosos. Fiquei emocionada ao ver que seu poder era inimaginável. Realmente não era uma espírito comum. Havia muito mais segredos dentro daquele pequeno espíritos do que minha vã filosofia podia imaginar. Minha curiosidade era o que significavam os dois rios que jorravam de suas mãos.

 Os dois rios começaram a jorrar com muita força. Eram torrentes de águas que produziam ondas enormes á medida que circulavam toda a margem daquela lagoa. Francisco olhava para a menininha com admiração, e espantava-se com a força dos dois que jorravam cada vez com mais poder. A quantidade de água era imensa. Uma parede ia se formando em volta da margem da lagoa à medida que os dois rios jorravam das mãos da menininha.

 A parede feita pelo rio de águas negras que jorrava da mão direita de menininha, parecia feita de diamante negro, somente pelas ondas que formavam-se desde sua mão direita e caminhavam de forma destruidora até o início do rio produzindo estrondos gigantescos que mais pereciam trovões medonhos era que pareciam água. Suas águas caminhavam circulando toda aquela lagoa.

 O rio que jorrava da mão esquerda era brilhante e reluzente como a luz das estrelas. Sua luminosidade era fascinante. Raios de luzes brilhantes emergiam de dentro das águas como se houvesse luz dentro delas. Era lindo aquele rio. De dentro de suas águas estouravam relâmpagos que saiam para fora provocando ruídos como de alumínio quando batido, e também jorrava circulando toda a margem da lagoa.

 -A mulher do véu negro, exclamou: -ENTÃO ESSE É O PODER DELA! QUE MARAVILHA! MAS SERÁ QUE VAI SER SUFICIENTE FRANCISCO?

 -Francisco que flutuava a uns quatro metros de altura acima do chão da Ilha, virou-se para a mulher do véu negro e disse com um tom repreensivo: -Do que você está como medo, mulher? Não estávamos presos e sem esperança, por que se abala o teu coração, agora que temos um de nós livre?

 -A mulher do véu negro, abaixou sua cabeça, concordando com Francisco. -Realmente você tem razão Francisco! Se pelo menos eu ainda tivesse meu véu negro, poderia caminhar pela névoa e ajudá-los de alguma forma!

 -Não tenho dúvida no que fez a Yamê Aram sacrificar-se daquela forma. Também não compreendo como ela conseguiu usar seu véu para nos impedir de ajudá-la. Mas quando ela o manipulou, ele não retornou para você? -Disse Francisco olhando para o céu, e algumas lágrimas jorraram emanando uma luz azul muito fraca e com muita dor em seu coração.


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