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YAMÊ ARAM

sexta-feira, 30 de maio de 2014

AS DUAS CIGANAS VIII


 Enquanto eu admirava o desenho do furacão que ficava no meio do teto do Coreto Sagrado, a noite caiu repentinamente sobre aquele jardim. O sol brilhante que banhava tudo com seus raios dourados desapareceu. Uma escuridão medonha cobriu tudo. Somente dentro Coreto Sagrado havia luz. Fiquei admirada com tudo aquilo, e olhei em volta para vê o que estava acontecendo.

 De repente, uma luz fora do Coreto Sagrado, bem longe, vinda do leste, começou a brilhar distante e tímida, e veio aproximando-se de mim. O vento aumentou sobre maneira, algumas flores e rosas foram arrancadas de seus galhos, folhas também começaram a voar arrancadas pela força brutal do vento, mas não ventava dentro do Coreto Sagrado.

 Quando a luz chegou perto do Coreto Sagrado, tudo ficou iluminado e eu não conseguia ver mais nada, tamanha era o brilho daquela luz. Uma voz linda, suave, grave, e de uma cor escura soou:

 -Feche os olhos, minha filha!

 Imediatamente fechei meus olhos durante mais ou menos um minuto. Outra voz aguda, linda, macia e de cor brilhante soou:

 -Abra os olhos, minha filha!

 Abri ansiosa par ver quem havia falado comigo. Duas mulheres maravilhosas estavam paradas e em pé, na porta do Coreto Sagrado que dava para o leste. Elas eram lindas, tão lindas que fiquei deslumbrada com sua beleza.

 Uma usava um vestido amarelo com estampas laranjadas, e a outra um vestido vermelho com estampas pretas. O cabelo da que usava o vestido amarelo, era preto e reluzia com a luz do Coreto Sagrado. O cabelo da que usava o vestido vermelho, era castanho claro, e balançava como se estivesse solto ao vento, mas não havia vento nenhum soprando dentro do Coreto Sagrado.

 Fiquei tão encantada com as duas mulheres maravilhosas, que minhas pernas começaram a tremer, e minha voz embargou. Olhava-as de cima em baixo, admirando suas veste magníficas. A pele dos rostos delas, pareciam de porcelana, a de amarelo era morena clara, e a de vestido vermelho era extremamente branca.

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