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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 28 de maio de 2014

AS DUAS CIGANAS VII


 Assim que a voz de todas as canções disse tudo, um caminho abriu-se atrás de mim. Era um caminho longo e maravilhoso, e não parecia ter fim. Havia flores e rosas de todas as cores e espécies. Suas curvas eram suntuosas e cheias de beleza inigualável. Muitas borboletas, todas imperiais, de todas as cores e tamanhos, umas tão grande que pareciam ter mais de meio metro de tamanho, voavam divinamente sobre as flores e rosas.

 Realmente o que a voz das canções havia me dito era verdade, o caminho sagrado seduzia-me a caminhar sem parar. Tudo mudava e renovava-se a todo instante. As flores e as rosas multiplicavam à medida que eu adentrava no caminho sagrado. Não havia mais canção, no entanto, uma perfume suave e hipnótico começou a exalar de tudo havia naquele jardim.

 Não havia árvores de grande poste, somente flores e rosas de número incontável, tomavam conta de todo aquele jardim. Nada ali era normal ou deste mundo. Tudo seduzia-me a caminhar cada vez mais para dentro daquele caminho sagrado, quando finalmente, depois de muito caminhar, avistei o Coreto Sagrado que a voz de todas as canções havia falado-me.

 Quando cheguei perto do Coreto Sagrado, que ficava na margem esquerda do caminho sagrado, pude ver que sua estrutura era toda em mármore, que reluzia como se fosse um espelho branco. Havia uma mesa de pedra redonda, também branca, no meio dele, e não possuía cadeira para sentar.

 O Coreto Sagrado estava cercado por trepadeiras de todas as espécies, que tinham espinhos grandes e sem flores, e também reluziam. Só havia flores, na parte de cima das trepadeiras, e era impossível tocá-las. Alguns galhos delas trançavam-se por cima do Coreto Sagrado, tão perfeitamente, que parecia terem sido transados à mão.

 Entrei no Coreto Sagrado, e um vento tempestuoso começou a soprar sopre aquele jardim, mas nenhuma flor ou rosa foi arrancada. Olhei para o teto do coreto e vi alguns símbolos, letras e desenhos enigmáticos que não consegui compreender. Fiquei olhando durante um tempo para tudo que havia no seu teto. Mas, o que mais me chamou a atenção, foi um furação desenhado bem no centro do teto do Coreto Sagrado 

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