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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 3 de abril de 2014

AS DUAS CIGANAS II

Um caminho de flores magnificas começou a brotar atrás de mim e dos meus lados, direito e esquerdo, à medida que minhas mãos tocavam cada espinho daquele jardim, foi quando olhei para minha frente e vi uma montanha de espinhos, resolvi então circular toda aquela montanha com flores tocando cada espinho que havia no chão ao redor dela. As cores das flores pareciam vivas, e de certa forma produziam luzes coloridas cada uma conforme sua cor. Era impossível contar quantos tipos de flores com cores diferentes haviam brotado, fazendo com que um mar de flores cercasse aquela montanha de espinhos, uma visão realmente divina, nada havia sido tão belo do que ver flores brotarem das pontas dos espinhos que cercavam aquele jardim. Eu tinha entrado para o meio do jardim que não podia mas ver a menina de sete que havia recebido-me no portão da casa vermelha, somente aquele belíssimo jardim, agora, com milhões de flores a mais do antes. Meus pensamentos se perdiam naquela paisagem maravilhosa que havia nascido dos espinhos tocados pelas minhas mãos. Algumas flores me chamaram à atenção, quando os espinhos eram grandes as flores que nasciam de suas pontas eram das cores vermelhas e laranjas, quando os espinhos eram pequenos, as flores que nasciam deles eram das cores roxas e azuis, quando eram médios, as flores que nasciam de suas pontas eram amarelas e brancas, quando eram de espessura grossa, as suas flores eram rosas e lilás, quando eram finos, suas flores eram marrões e cinzas, e a variedade não terminava por ai, além das cores de flores que nunca tinha imaginado que existisse, haviam pequenos espinhos, menores do que os que eu considerava pequenos, e desses nasciam flores transparentes que reluziam como um arco íris, e haviam outros espinhos tão grandes e grossos que pareciam galhos de árvore, e deles nasciam enormes rosas negras que soltavam um aroma como do balsamo, tinha também, grandes espinhos negros que produziram flores violetas que exalavam o aroma da mirra. Eu fiquei durante muito tempo tocando os espinhos e vendo que tipo de flores eles produziriam, até que, toda aquela montanha de espinhos estava completamente cercada por flores de todas as cores e espécies. Quando terminei de tocar todos os espinhos que cercavam o jardim e a montanha de espinhos, caminhei lentamente tocando as flores maravilhosas que haviam brotado dos espinhos. Minha vontade era de morar junto daquelas flores. Decidi então, caminhar até a montanha de espinhos que ficava no meio do jardim, agora, quase um jardim de flores, e quando cheguei perto da montanha, o suficiente para toca-la, percebi que ela era maior do que aparentava, estendi minha mãos direta para toca-la, e quando a toquei, nada aconteceu com os espinhos, não chegaram a perfurar minha mão, mas, também não amoleceram nem brotou flores de suas pontas. Uma angustia enorme começou a tomar conta do meu coração, foi quando eu decidi sentar entre as flores e esperar pela voz do jardim, a mesma que havia me chamado quando ainda estava ao lado da menina de sete anos, foi então, que um vento muito refrescante começou a soprar sobre aquele jardim fazendo com que o aroma de todas aquelas flores que haviam brotado das pontas dos espinhos que minhas mãos tinham tocado chegasse ao meu nariz, e como era maravilhoso sentir todos aqueles aromas misturados pelo vento. Meu corpo parecia que ia flutuar do chão e voar sobre aquelas flores e contemplar de cima a magnitude de todo aquele jardim, fechei meus olhos e deixei-me levar pelo vento e pelo aroma das flores, e percebi que realmente eu estava voando sobre o jardim, e senti sua voz mandando-me abrir os olhos. Abri lentamente meus olhos e fui surpreendida com tanta beleza contida num único local, parecia até ser o jardim de Deus, de tão belo que era vê-lo de cima, fiquei tão empolgada que comecei a rodopiar no ar, voando e fazendo movimento circulares sobre o jardim, e as vezes movia-me, conforme o vento soprava sobre aquele jardim de beleza esplendida.

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