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YAMÊ ARAM

terça-feira, 18 de março de 2014

UMA VIAGEM À CHINA

Ontem fui transladada de corpo e espírito até à antiga China, algo que ainda não tinha experimentado, e de uma magnitude fenomenal, que meu corpo levou horas para recuperar-se da energia exigida nessa viagem maravilhosa.

 Fiquei em choque durante umas seis horas naquele lugar para onde fui transladada, já tinha ouvido algumas coisas sobre esse fenômeno da transladação, mas, nunca havia experimentado tal fato.

Fiquei muito feliz e, ao mesmo tempo, muito assustada com o nível de energia que isso consumiu do meu corpo e espírito. Ainda não sei direito o porque de tal acontecido, e fiquei muito curiosa para entender a fundo o que isso tudo significa.

Quando cheguei à China, vi que tinha ido parar no passado dessa grande civilização, que guarda em seu espírito muito conhecimento antigo. Uma revelação realmente poderosa e oculta, tão escondida no passado desse povo, que acho que nem mesmo os chineses de hoje devem conhecer o significado de tudo que me foi passado pelas pessoas que conheci nessa experiência.

 Quando cheguei lá, fui recebida por uma família que me chamou de Caminhante do Tempo e dos Sonhos, e eles já me conheciam, e estavam à minha espera. Era uma família de três pessoas, o Pai, a Mãe e uma filha de uns dezoito anos. Eram camponeses agricultores de arroz.

Enquanto eu me adaptava com aquele lugar, contemplei algumas montanhas e vales que cercavam a casa daquela família, que cuidava de seus afazeres domésticos, plantando, colhendo e batendo arroz. Suas plantações eram feitas na beirada ou encostas das montanhas, dentro de pequenos regos ou córregos de mais ou menos um metro de largura cada um, fazendo um desenho como de uma escada, e descia por toda a encosta de várias montanhas.

Nesses córregos havia bastante água e lama onde eram colocadas as sementes de arroz, que brotavam quase que de um dia pro outro. Eu então me dispus à ajudá-los no plantio. Eles agradeceram, e disseram-me que não havia necessidade de eu ajudá-los, mas, eu insisti em participar do trabalho.

 À noite quando voltamos do local onde eles plantavam arroz, chegamos em sua casa simples, feita de madeira e coberta com uma espécie de capim, que chegou a me lembrar das malocas dos índios, só que sua casa tinha uma arquitetura completamente diferente e muito interessante. Tudo era extremamente bonito e decorado nos mínimos detalhes.

Eles mandaram-me tomar banho, num banheiro feito de madeira que possuía um ofurô de onde tirávamos água para lavarmos o corpo. Fazia muito frio, mas, a água era quente pois tinha umas pedras aquecidas no fogão da casinha que eram colocadas dentro do ofurô, e aqueciam a água impedindo que sentíssemos o frio que fazia lá fora da casa. Tomei um banho demorado, pensando e meditando em tudo aquilo que estava acontecendo comigo. A toalha para enxugarmos o corpo, era de linho puro, e que me fez perceber que aquelas pessoas não eram simples camponeses, e sim, uma família com um certo patamar social.

 Após terminar aquele banho quentinho, que relaxou-me completamente, e retirou toda aquela tensão do meu corpo, olhei sobre uma mesa que ficava do lado direito do ofurô, atrás de uma cortina muito branca, que separava o local onde ficava o ofurô e a sala onde trocávamos a roupa, e vi uma camisola de renda branca, toda bordada e tecida à mão, uma peça realmente linda e delicada, fiquei admirando-a durante um bom tempo, e depois de secar bem meu corpo, a vesti com muito cuidado, seu tecido era muito lindo, e parecia desenhada para mim.

Tinha também uma Kafta laranjada e bordada com fios dourados que faziam listras que desciam até sua borda, e era de uma beleza imperial, perecia até ter sido feita para um imperador ou uma imperatriz. Aquelas roupas deixaram-me parecida com eles, e quando saí do banho e caminhei atravessando o quintal da casa até um barracão aberto e somente coberto com aquele capim que também cobria a casa, percebi que ali era onde eram feitas as refeições do dia a dia, e ao me verem eles exclamaram dizendo que eu estava parecendo uma verdadeira chinesa.

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