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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 19 de março de 2014

OS QUATRO BRUXOS VIII

            Depois que a menininha de um ano e meio foi amarrada ao meu colo envolvida por aquele véu negro que formou uma névoa negra à nossa volta, senti-me segura para caminhar até à margem da lagoa, a névoa que cobria aquelas águas tinha aumentado sobre maneira, um vento gélido também começou a soprar sobre nós, parecia até uma navalha muito afiada cortando minha pele.

              Senti um calafrio percorrer meu corpo inteiro dos pés à cabeça, tudo estava tão quieto que incomodava meu espírito, meus dedos dos pés tocaram a água que estava gelada com se sua temperatura estive abaixo de zero, era realmente assustador, e algo nos espreitava do meio da lagoa fazendo pequenas ondas tremular sobre a superfície daquelas águas, que agora estavam totalmente cobertas por uma nuvem que estava ficando cada vez mais densa e fria.

             O vento frio que soprava já balançava os galhos das árvores daquela ilha, fiquei observando durante um tempo, então, senti uma enorme energia percorrer todo o meu corpo dando pequenos choques sobre minha pele, a menininha falou-me com sua voz completamente trêmula:

              -Você está dando choque Yamê!

              -Eu sei querida, mas fique tranquila, não irá lhe machucar, feche seus olhinhos e não abra por nada! -Falei-lhe apertando-a entre meus braços, então, estendi a mão direita em direção à água daquela lagoa e uma ponde de madeira emergiu de dentro d'água, não parecia muito segura, mas, era o único jeito de eu conseguir atravessar a menininha para a outra margem da lagoa.

               Não tinha certeza do iria acontecer conosco, e também não havia tempo para reflexões nem para pensamentos interrogativos, agora, era tentar atravessar mantendo-a em segurança, desejei ter ajuda de algum espírito, mas, os únicos que haviam ali estavam presos e não podiam fazer nada naquele momento crucial.

                -Está pronta menininha? -Perguntei novamente apertando-lhe entre meus braços.

                -Estou Yamê, mas estou com muito medo também, sinto um perigo enorme nos esperando no meio da lagoa. -Disse-me com sua voz de menininha tão delicada e indefesa, o que me fez respirar fundo e começar a correr em altíssima velocidade sobre aquela ponte que começou a balançar como se fosse cair.

                  Minha velocidade era tão grande que ondas enormes começaram a se formar atrás de nós, fazendo um estrondo monstruoso soar naquela lagoa coberta com aquela névoa cinzenta. De repente do nosso lado direito, veio uma bola de fogo atirada em nossa direção, era do tamanho de um carro, estendi minha mão direita na direção da bola de fogo e uma muralha de água levantou-se entre nós e a bola de fogo, afundam-a dentro da lagoa.

                   Outras duas bolas foram atiradas novamente em nossa direção, desviei-nos delas correndo sobre as águas pelo lado esquerdo da ponte, mas, logo muitas bolas de fogo comeram vir sem parar. Meu coração batia muito acelerado, e minha preocupação não era comigo, e sim, com aquela menininha que estava atracada em meu pescoço, foi quando senti um leve choque vindo da névoa negra que nos cercava, estendi as duas para o alto e abri os braços fazendo um circulo em nossa volta, uma muralha de água levantou-se ao nosso redor com tanta força que todas as bolas foram engolidas pela grande quantidade de água que ergueu-se em volta de nós formando uma de muralha d'água.

                   Foi então que percebi que também estávamos sendo atacados por trás. Lembrei-me do que disse a mulher que nos dera o seu véu negro. Aumentei ainda mais minha velocidade, desviando para um lado e para o outro, foi quando flechas de prata com pontas negras formaram uma nuvem vindo em nossa direção, saltei para o alto e rodopiei em alta velocidade formando um tornado de vento negro como uma tempestade em sua fúria quando decide estremecer a natureza, as flechas foram todas destruídas pela força daquele tornado negro que consegui formar.

                   Caí novamente sobre a ponte e corri com mais velocidade ainda, podia sentir o coraçãozinho da menininha bater numa velocidade enorme, e então, fui tomada por uma fúria monstruosa, levantei os dois braços fazendo um circulo de baixo para cima e duas paredes de água e vento formaram-se do nosso lado esquerdo e do nosso lado direito, então, aumentei sobre maneira minha velocidade e consegui salta por cima das águas que faltavam ainda, e consegui chegar na outra margem da lagoa com a menininha a salvo.

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