BOAS VINDAS!

Obrigada por visitar meu blog! Espero que tenha gostado! Dúvidas e comentários serão respondidos com atenção. Para ler todos os posts de uma história, é só clicar nos marcadores!



YAMÊ ARAM

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

OS QUATRO BRUXOS

       Ontem lutei contra quatro bruxos, dois homens e duas mulheres, eles mantinham cativos vários espíritos humanos, inclusive, duas crianças.

        Esses espíritos que estavam aprisionados pelos quatro bruxos, dois deles na realidade, conseguiram me chamar durante à noite, e ontem eu estava quase explodindo de tanta energia, e pude sentir que alguém estava invocando-me.

        Fiquei prestando atenção, até que pude sentir exatamente de onde vinha aquele pedido de socorro, imediatamente meu espírito se projetou na direção daquelas duas vozes.

    Cheguei num bairro aqui de Belo Horizonte, que parecia um condomínio, com uma lagoa enorme, que tinha uma ilha no meio. As vozes vinham de dentro daquela ilha. Caminhei sobre as águas daquela lagoa até chegar à aquela ilha, que por sinal era muito linda.

    Quando cheguei à ilha, caminhei até seu centro e vi os espíritos aprisionados por uma energia muito poderosa, que os impedia de sair da ilha. Ao me verem, eles começaram a chorar e me contaram como tudo aconteceu e o quanto eles sofriam na prisão. O que mais me assustou, era que, espíritos humanos que haviam aprisionado-os.

    Eram sete espíritos de pessoas adultas e dois espíritos de duas menininhas lindas, uma de um ano e meio e outra de dois anos. As duas meninas, estavam inclusive longe de seus pais, o que muito me revoltou e deixou-me com uma ira muito grande dos que haviam feito aquela maldade.

    Falei com eles, que me dissessem como ajudá-los. Uma mulher chamada Marta, um dos espíritos aprisionados, e também um homem chamado André, outro espírito aprisionado, contaram-me que haviam conseguido sair da ilha, mas que não conseguiam sair do condomínio.

    Nunca havia visto esse tipo de magia nem de prisão. Eles não conseguiam chegar nem na beirada da lagoa, que uma força enorme já os arrastava para o lugar de sua prisão.

    Marta e André, fizeram-me andar por toda a ilha, que não era muito grande, deveria ter uns dois quilômetros de circunferência. Perguntei a Marta e André, se eles poderiam me mostrar a casa dos bruxos que havia aprisionados, eles responderam-me que sim, mas, que não poderiam chegar muito perto da casa, por que suas energias eram conhecidas e facilmente percebidas pelos bruxos.

    Eu então, pedi a eles que fossem comigo até onde pudessem, quando comecei a caminhar sobre as águas novamente, eles entraram dentro d'água, quando chegamos na beirada da lagoa, eu os interroguei sobre o fato de eles virem por baixo d'água em vez de por cima, como eu havia feito, eles contaram-me que suas energias eram ocultadas pelas ondas das águas, enquanto a minha era disfarçada pelo vento.

    Eles pareciam-me muito sábios, e eu não entendia por que espíritos tão sábios e poderosos haviam ficado presos em uma ilha tão pequena!

    Caminhamos por algumas ruas com mansões luxuosas, parecia não fazer sentido aquilo tudo que eles estavam me contando, mas, o medo em seus olhos dizia a verdade, e a todo momento vinham as duas criancinhas em meus pensamentos.

    Eu não estava sentindo-me como sempre sentia-me, curiosa, mas sim, revoltada, com uma ira de fogo dentro do meu espírito.

    -Muito obrigada, por você ter vindo nos ajudar, já tentamos pedir ajuda a todos os tipos de espíritos que conhecemos! -Disse-me Marta com a cabeça abaixada.

    Eu peguei seu queixo com minha mão direta e levantei sua cabeça, olhei dentro de seus olhos e disse-lhe:

   -Fique tranquila Marta, irei acabar com isso hoje! -Marta sorriu e disse:

   -Hoje será só o começo da batalha, você não tem ideia de quão poderosos eles são, e além disso, são quatro, Yamê! -Olhei novamente dentro de seus olhos e falei:

   -Podem ser até uma legião, mas, duvido que eu não os vença, se são impiedosos, também sou, se aprisionam, eu posso libertar, sei o que digo e o que posso fazer, se não fosse assim, vocês não me invocariam. -Os olhos de Marta encheram-se de lágrimas, o que me deu muito mais ira e revolta contra os bruxos que os haviam aprisionado.

   André exclamou com temor: -É aquela casa da frente, de número 780.

Google+ Badge

Google+ Followers

VideoBar

Este conteúdo ainda não está disponível por conexões criptografadas.

Seguidores

Follow by Email

Google+ Followers