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YAMÊ ARAM

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O DÉCIMO ABISMO II

Quando estava caindo para o segundo abismo, fiquei mais calma, observei com muito mais cuidado onde eu estava e o que estava à minha volta.

A escuridão do segundo abismo era muito mais densa que a do primeiro, e parecia muito mais negra. Quando toquei o chão, parei um tempo para observar o fundo, vi que havia terra, mas, sem nenhuma vida. Tudo era cinza e negro. Não haviam árvores ou pássaros. A luz não chegava ali.

Saltei imediatamente para o terceiro abismo. Sem pensar, saltei de novo para o quarto e fui saltando sem medo ou receio. De alguma forma eu não estava sofrendo nenhum tipo de ataque ali. Pelo contrário, havia uma paz dentro do meu coração que dava-me segurança para continuar descendo, e aquela sensação vinha daqueles abismos.

Cheguei ao Décimo Abismo, quando fui saltar para o próximo, uma mão pegou-me pelo braço direito e disse-me: -Pare aqui!

-Levei um susto enorme. Olhei para vê quem era que tinha tocado-me, e havia um homem com roupas negras como aquele abismo, parado e olhando para o leste. O rosto do homem era como se fosse uma nuvem de tão branco, chegava quase a reluzir. Mas, em momento algum ele olhou para mim.

Então, perguntei a ele: -E o homem com o cachorro branco que está atrás de mim? -Ele continuou olhando para o leste e disse:

 -Ele não pode descer até aqui. -Foi quando olhei a minha volta, e vi que mesmo com toda aquela escuridão, lá naquele abismo, havia uma luminosidade como de uma madrugada enluarada. A cor daquele abismo era azul prateado. Não havia nuvem em seu firmamento nem estrelas. Olhei pro oeste e vi uma floresta negra como os outros abismo que eu havia passado. Vento algum soprava em suas folhas que pareciam imóveis como uma tela de um quadro, mas, havia vida ali.

Uma grande montanha estava bem a nossa frente, ela era tão grande que parecia tocar o céu daquele abismo. Foi quando o homem falou comigo novamente sem olhar-me: -Observe!

-Olhei, e uma Lua Azul saiu de detrás da grande montanha que estava à nossa frente. Sua cor era de um azul celeste maravilhoso. Seu tamanho me impressionou. Nunca havia visto uma lua tão grande como aquela. Sua cor era totalmente pura, e era totalmente azul, tão azul que contrastava com o céu daquele abismo, e fazia com aquele abismo ficasse completamente azulado.

Fiquei deslumbrada com sua beleza. A Lua Azul subiu acima da grande montanha, mostrando-se imponente e poderosa sobre aquela escuridão. Ela era tão grande que metia medo em quem a observava. O homem continuou olhando para o leste sem colocar os olhos em mim. Sua mão esquerda continuava segurando meu braço direito.

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