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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

A PRIMEIRA TROMBETA APOCALYPTICA

Estava deitada em minha cama hoje por volta de umas sete e meia da manhã, admirando a beleza do sol batendo em minha janela, que fica de frente para um muro de blocos cinzentos, quando me vi flutuando sobre o mundo, e passeei por vários lugares e países.

Todos seguiam suas vidas normalmente. Quando de repente, ouvi um trovão soar no céu. Senti tudo estremecer diante de mim. Olhei para cima, e vi uma nuvem branca tomando conta de todo o firmamento, uma janela abriu-se naquela nuvem, deveria ter uns seis metros de altura e largura.

 Seis homens e seis mulheres apareceram por trás da janela sem se aproximar de seu umbral, e ficaram parados formando uma meia lua, o primeiro homem ficou no canto esquerdo, e a última mulher no canto direito, suas vestimentas eram de várias cores, pareciam túnicas feitas com muito tecido, eles observaram os seres humanos durante alguns minutos.

 Não falavam entre si nem trocavam olhares, simplesmente ficaram cada um em seu lugar. Um anjo enorme, com mais ou menos sete metros de altura aproximou-se da janela, encostando seu joelho no batente, suas vestes eram leves e flutuavam com o vento, as cores de sua roupa eram amarela, branca e rosa com um cinto de ouro em sua cintura, tinha braceletes de ouro e prata nos seus punhos, possuía também uma tiara de ouro com um diante que reluzia como relâmpago em sua testa e em suas mãos uma trombeta de outro de uns dois metros de comprimento.

Ele colocou a trombeta em sua boca e tocou. O som emitido pela trombeta foi tão forte que os pássaros de toda terra espantaram-se e voaram fazendo muito barulho. Seu som pareceu de um grande navio, mas tudo também estremeceu ao som daquele toque. Foi emitido um único som que durou por um minuto. Logo após o anjo tocar a trombeta houve um grande silencio sobre a terra.

 Uma voz soou dizendo: -Está é a primeira trombeta de Deus! -Então, um homem com veste vermelhas e longas, tendo em seu peito uma couraça de ouro tão puro que não parecia deste planeta e braceletes em seus punhos e braços, todos em ouro puro e fino, chegou na janela posicionando-se no meio da janela, ficando o anjo que tocara a trombeta do seu lado direito.

Ele também observou os sere humanos durante alguns minutos. Um terceiro homem com vestes brancas, sem ouro algum em seu corpo veio por detrás do homem de vestes vermelhas, trazendo em suas mãos dois rolos de ouro contendo um pergaminho, e entregou na mão do homem de vestes vermelhas, que desenrolou os dois rolos de ouro abrindo um pergaminho branco com a nuvem em volta da janela e disse: -Este é o decreto de Deus!

Os homens na terra começaram a se matar uns aos outros, e a correr de um lado para o outro com grande desespero ao ouvirem o som da voz poderosa e aterrorizante do homem de vermelho. Tudo escureceu na terra. Carros, aviões e trens começaram a bater um contra o outro, era enorme a destruição trazida pela voz daquele homem imponente.

 O homem de veste vermelha leu todo o pergaminho, mas ninguém na terra conseguiu ouvir, tamanho era o barulho produzido por seu desespero e grito. Eu tentava fazer com que eles ouvissem o dizia o anjo, mas ninguém escutava-me. Fiquei então, atenta ao que dizia o homem de vestes vermelhas.

 Quando ele terminou de lê o pergaminho, uma porta vermelha apareceu do lado esquerdo da janela onde estavam os doze, o anjo da trombeta e o anjo de vermelho que leu o pergaminho. A porta era enorme, pelo menos uns dez metro de altura e largura, e desceu até a terra, tocando o chão, os seres humanos então correram para a porta e começaram a bater e empurrar tentando abri-la. Quando os seres humanos conseguiram abrir a porta e entraram dentro, o anjo de vermelho falou: -Expulsem todos que entraram!

Uma legião de anjos vestidos para a guerra apareceu por detrás de todos os espíritos que estavam ali, suas armaduras, escudos, espadas e elmo eram todos de prata muito refinada. Empunhavam suas espadas com a mão direita, e seus escudos com o braço esquerdo. suas vestes por baixo da armadura eram de cor rosa, mas era um rosa bem clarinho. Seus elmos possuíam uma carreira de crina de cavalo que ia da parte da frente até a parte de trás, chegando na nuca.

 Eu continuei observando a tudo de onde estava antes, flutuando sobre a terra. Todos foram expulsos da porta vermelha que se fechou imediatamente,e subiu novamente para perto da janela. Houve grande desespero sobre a terra naquele momento. A janela se fechou e sumiu junto com a porta, e a luz de toda terra começou a se apagar. Eu retornei à contemplação de minha janela invadida por um sol maravilhoso. Mas, meu corpo parecia ter sido atropelado por um trator e toda minha alma estava mergulhada numa tristeza imensa.

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