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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

DONA BINHÍ A GRANDE FEITICEIRA XVI

   Dona Binhí então parou de se mover. Seu canto desafinado também. Parecia que todo o som daquele lugar havia desaparecido. Os cachorros pararam de gemer e latir. Meu avô olhou envolta percebendo que algo estava acontecendo, e era muito sério. O vento forte que varria o quintal e arrancava as palhas do telhado calou sua voz. Estávamos numa espécie de vácuo. Até os grilos silenciaram seu canto.

    Eu, depois de ter ido até o porto onde estavam as duas cobras grandes voltei novamente para meu corpo que estava na rede atada pelo marido de Dona Binhí. Meu corpo estava totalmente gelado, como se eu estivesse morto. Minhas mãos estava mais fria que uma pedra de gelo e suavam muito, que estava molhando a rede.

    A fumaça que saia da panela de barro sessou. Fiquei atônita com aquilo. Dona Biní começou a levitar lentamente e de forma tão suave que quase ninguém percebeu. Somente eu, curiosa é que pude vê-la flutuando.

    Ela flutuou uns trinta centimêtro acima do chão. Meu irmão começou a chorar. Ele era destemido mas naquele momento nem sua coragem permaneceu em seu coração. Não posso dizer que ele estava errado em temer aquilo. Era realmente apavorador todos aqueles acontecimento.

    Eu não estava assustada. Algo queria que eu visse tudo a olho nu. Minha avó que era evangélica também estava apavorada. -Acho que com medo ir pro inferno por está fazendo uso daquela força que para todos era demoníaca.

     -As vozes de duas mulheres soaram novamente no caminho do porto. Olhei, mas não vi ninguém, somente as duas cobras grande continuavam paradas no caminho do porto. De repente as cobras se moveram. Elas rolaram seus corpos, a prata pra direita e a preta pra esquerda, como se fosse uma coreografia bem treinada, pois elas rolaram juntas.

      A água agitou-se com grande força. Espumas e bolhas saíram do fundo rio onde estavam as suas duas metades. Folhas e capim do fundo do rio começaram a boiar, junto com pedaços de pau. Um barulho como se fosse uma cachoeira soou estremecendo a beirada do rio.

      Dona Binhí continuava flutuando atrás da Solange que estava sentada de frente para nós. Algo começou a se mexer dentro do corpo das duas cobras. Elas abriram suas bocas enormes como se quisessem vomitar algo. Pude vê suas presas enormes que mediam mais de trinta centimetro.

      As presas daquelas cobras daria medo em qualquer caboclo. Eram realmente muito grande. Uma espécie de bola formou no meio de cada uma das cobras, e começou a andar em direção às suas bocas que estavam abertas.

      Suas bocas abertas daria para se passar um homem em pé de tão grande que eram. Conforme a bola dentro das cobras aproximava-se de suas bocas abertas, mais elas abriram e aumentavam de tamanho. Era uma visão magnifica para mim. Meu coração batia tão acelerado que dava pra todo mundo escutar meus batimentos.

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