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YAMÊ ARAM

terça-feira, 27 de agosto de 2013

DONA BINHÍ A GRANDE FEITICEIRA VI

Pulamos n'água até quase anoitecer, nossos lábios já estavam roxos de frio, por volta de umas seis e meia Dona Binhí nos gritou mandando que subisse-mus, imediatamente nadamos para a ponte do porto que era feita de troncos de árvores colocados um do lado do outro apoiados por duas forquilhas que apoiavam um travessão que segurava os troncos, e como era época de cheia no Amazonas, os meninos falaram para sua mãe que iríamos subir assim que levantasse-mus a ponte, pois o rio tinha enchido e já estava quase cobrindo-a, nessa época do ano é preciso lentá-la todo dia pois se não a água leva os troncos e dá um trabalhão achar troncos bons para fazer de ponte. Tiramos os troncos e os escoramos na beirada do rio, arrancamos as forquilhas, e ficamo-as mais na beirada nos rio, onde a água ia até metade das forquilhas, isso levaria uns três dias para haver necessidade de suspendê-la de novo, colocamos os troncos sobre o travessão apoiado pelas duas forquilhas, demos a última pulada n'água e subimos para casa, entramos pela cozinha,onde todos estavam sentados, haviam uns troncos de árvores que serviam de banco para se sentar, eles tomavam café com frito-de-farinha, feitos pelas próprias mãos de Dona Binhí, que não erraram no tempero, estava tudo uma delícia, e o melhor ainda estava por vir. Seu marido havia ido caçar na noite anterior, e matou duas pacas e um veado, as panelas que os dois meninos haviam colocado no fogo quando ainda estava-mus distante do porto, estavam cheias de carne de paca, o cheiro daquela comida era de dá fome até em Deus de tão gostoso que parecia está, dava sentir o cheiro da pimenta-do-reino de longe, Dona Binhí logo nos mandou trocar de roupa pois a janta já iria sair, estranhei imediatamente o horário em que iriamos jantar, já passavam das sete horas da noite e nesse interior te m muita muriçoca, uma espécie de pernilongo que tem um ferrão de quase um centímetro, capaz de sugar você mesmo coberto por uns quatro cobertores. Não consegui conter minha curiosidade com relação o horário em que iríamos jantar: -Dona Binhí, lá em casa temos que jantar cinco horas da tarde para não comermos mais muriçoca que comida, se bem que é mais fácil elas nos jantarem primeiro, antes de colocarmos um só colerada de comida na boca, e por que aqui não tem carapanã? Meu avô mandou calar a boca imediatamente sob ameça de eu levar uma surra, e ele era capaz de bater na gente até desmaiar-mus, sua força era de caboclo, e além disso eu não era o neto mais preferido dele, devido o fato de eu parecer um menina, sua fúria ficou evidente no seu rosto, que chegou a mudar de cor, ele era negro e ficou pálido.

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