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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

YAMÊ DECLAMA PAU NASCE TORTO

Tem coisas que não mudam, outras mudam o tempo todo, algumas se consegue mudar, já outras conseguem nos mudar. Eu nunca mudei, e acredito que jamais mudarei. O amor muda muita gente. Talvez elas necessitem de mudança! Eu não tenho essa necessidade. A verdade, é que acho uma chatice amar. Essa capacidade me foi tirada, talvez Deus soubesse que jamais iria usar. É deprimente alguém apaixonado. Pra doido e mal amado se passa rapidinho. É um jogo muito amargurado com resultados nada bonitinhos, nem de longe lembra os bichinhos que são usados para demonstrar carinho. Há uma traição, o ódio, do amor é vizinho. Ninguém que ama é feliz, pois, a tristeza é casa da felicidade. Hipocrisia ou ilusão? Nenhuma das duas o são. Quem ama, mata, quem matou, diz que foi por amor. É como vida e morte, separadas mas sempre aliadas. São pororocas destruindo beiradas. Quem junta-se a sua metade, vive sempre abrindo porta pra solidão. Suas noites não tem madrugada, estão sempre esperando abrir-se o portão. Coitadas também das empregadas, vigiadas por patroas loucas, doloridas pela falta do amante que ficou no passado distante dos olhos. As empregadas também são sofredoras, quando chegam em casa se deitam solitárias no colchão. Os patrões fingem ser fieis, mas, estão sempre trocando as mãos que acariciam sua pele, e nem vou falar nos empregados, perseguidos pela sina da invasão que eles mesmos provocaram.

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