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YAMÊ ARAM

sábado, 5 de janeiro de 2013

AH, SE OS JOVENS SOUBESSEM!

Bom, as vezes as pessoas não sabem como defender-se do bullying, eu também não sabia, descobri agora. E que tristeza me trouxe essa descoberta. Como eu era burra! Vale o ditado "Ah, se os jovens sobem-se e os velhos pudessem". Eu pudia, e não aproveitei, ou melhor, não dei. Que vontade de me dá um tiro que eu tô agora! Realmente, quando a gente é jovem, a burrice é um bônus, dos mais desgraçados que existem. Lembro-me que me bolinavam no colégio, eu morria de medo. Meninos lindos, que hoje eu não faria desfeita. Eles vinham em pando, agora, só uma dor no peito por não ter feito, e assim, tortura-me essa lembrança linda do passado. Não sei por que tudo passa! Que raiva que tenho de mim ao lembrar de todos que tentaram me pegar, e eu fugi. Oh, bicha burra, meu Deus! Tudo culpa da minha família, que me ensinou tudo errado, e nunca me disse pra eu dividir com meus colegas, aquilo que eles tanto desejavam. Certa feita, até uma emboscada armaram para tentar conquista meu coração, bem, não era exatamente essa parte do meu corpo que eles queriam. Acontece que marcaram um trabalho em casa, e me colocaram no grupo dos meninos lindos, que praticavam bullying comigo. Eu muito inocente acreditei em suas palavras de que não fariam nada comigo. Eu era o único do grupo que queria trabalhar. Os meninos queriam mesmo era me dá trabalho. Para chegarmos a casa do colega onde estava marcado para fazermos o trabalho, tinha-mus que passar por uma ponte. Um atravessou na frente e ficou esperando eu atravessar atrás. Outro acompanhou-me até ao meio da ponte, enquanto o terceiro, que não segurou a mão, ficou em pé no início da ponte. O primeiro, que não era seu pai, tirou sua roupa e disse para eu seguir em sua direção, virei-me rapidamente, e segundo que não era seu irmão, também já estava sem roupa, o terceiro, prefiro nem comentar. Meu coração disparou que parecia querer sair pela testa. Eles foram imprensando-me na ponte, todos estavam excitados , e eu toda apavorada, em vez de aproveitar aquela bela oportunidade, fiz a linha crazy, pulei por cima da ponte, em vez de pra cima dos bofes. Nossa Senhora da Pegação que me perdoe, mas, naquela época eu sabia o que fazia. Hoje, fico loca pra ser encurralada por três bofes lindos como aqueles, mas, tudo passa, tudo passará, como dizia Nelson Ned, do alto da sua sabedoria, não tão alto assim.

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