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YAMÊ ARAM

terça-feira, 20 de novembro de 2012

PATO NO TUCUPÍ

Tadinho do Pato do mato amazonense, realmente é um futuro muito triste e doloroso, pra ele lógico. Pra gente, é saborosíssimo, e sinal de luxo. Caviar no Amazonas é ova de Sulamba ou como muita gente chama, Aruanã, ou então, ova de Bodó, um peixe cascudo que assado é uma delícia! Mas, hoje eu quero falar do Pato no Tucupí, que deve ser morto cortando-lhe a cabeça, parece maldade, só que vale apena todo esse sacrifício. O Tucupí deve ser fervido durante três dias seguidos para eliminar o veneno da maniva, fogo sempre purifica, agora se entende por que o inferno existe, e seu símbolo é um caldeirão! No primeiro dia feve-se com dentes de alho roxo graudos amassados, um pitada de sal e outra de açúcar para cortar a acidez desse suco de mandioca brava. No segundo dia adciona-se a pimenta de cheiro, e cheiro verde, alfavaca, chicória, coentro, vinagre do mato, isto também existe. No terceiro dia, mata-se o Pato, que não ressucita, e coloca-o para fever no caldeirão de Tucupí, invés de um vários patos inteiros, quando os patos já estão cozidos, coloca-se o Jambuí, ou, como muitos conhecem Jambú, é golpe de misericordia, pro Pato do Mato ficar bom, grão de bico já é frescura, o bom mesmo é Pato no Tucupí com Jambuí, e se come o bicho inteiro no prato! Desse jeito o Pato não tem salvação nem ressurreição no fogão a lenha. É ASSIM NA SELVA!

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