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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XLVII

                        A ESCURIDÃO.

        -Eu não entendo o que você fala. -Disse-lhe curiosa com suas palavras, elas pareciam fazer todo sentido, afinal de contas, aquilo não era normal, e muito menos humano.

        –Só digo-lhe que o caminho é o raio. -Disse-me abaixando a cabeça.

        –Obrigada! -Exclamei agradecida, e ao mesmo tempo sentindo algum tipo de sentimento por aquele espírito, que tinha tentado matar-me.

        Ele não parecia tão mal, e ao mesmo tempo, era verdadeiro. Desejei entrar na boca que saía do cifre que ficava na vértebra Axis, e que emitia aquela luz azul escuro luminoso.

        Senti novamente a energia passar pelo meu corpo, e sugar-me para dentro do raio, na velocidade da luz. Não havia como ver nada, somente luz e claridade haviam dentro do raio, mas, algumas vezes, fogos que emitiam luzes diferentes de tudo que meus olhos haviam visto, apareciam.

        De repente toda aquela luz findou, e uma escuridão medonha surgiu no percurso. Era tão intensa aquela treva, que podia ser apalpada.

        Ela era como algodão macio, mas, densa como a água. Eu podia sentí-la entre meus dedos. Elas escorriam pela palma da minha mão.

        Todas as luzes haviam sumido. Lembrei da prisão eterna, onde quase fui morta pela Grande Águia Negra, só que eu estava entrando cada vez mais fundo dentro daquela escuridão.

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