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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XLVI

                   O ESQUECIMENTO.

       O grande raio que saía da auréola de luz vermelha em volta de mim, estava conectado à vértebra da coluna do espírito de onde saía as vozes.

        Dela também saía a luz de cor azul escuro luminoso. Era linda aquela cor. De uma beleza divina. Chegava a encantar-me de tão linda que era.

        Havia uma luz reluzente que passeava do azul turquesa para o azul escuro e tornava todas as tonalidades luminosas.

         Desejei saber por que a boca no toco do chifre que saía do Axis, pronunciava aquelas palavras.

         –Não posso lhe falar. Também não sei. -Disse-me ele, como a voz completamente mansa, nem parecia aquele espírito que queria matar-me.

         –Como assim você não sabe? -Questionei surpresa com a resposta dada por ele.

         –Quando você me materializou, muita coisa que eu sabia se perder eu minha memória. Lembrava apenas que tinha que matar você. -Falou-me com uma voz branda.

         –Eu lhe materializei? Foi a voz que me disse para pedir-lhe em carne. -Respondi irritada.

         -Você não sabe no que se meteu e principalmente com quem está lidando. Embora muito poderosa, mas, é simplesmente uma faísca tentando evaporar a água de um oceano inteiro. -Respondeu com tanta segurança, que até estremeci por dentro.

         –Eu só quero proteger minha família, e viver em paz. -Afirmei-lhe.

         –Gostaria de saber até onde você conseguirá ir nesta batalha. Realmente estou admirado que um ser humano consiga desenvolver todo esse poder! Falou-me com um tom de admiração.

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