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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XLII

                               O SILENCIO.

       Dessa vez o impacto seria realmente grandioso entre nós, e com certeza provocaria um estrondo muito maior ainda. Eu não podia deixar que isso acontecesse ali, pois, minha família poderia ouvir, como também a casa poderia ser abalada com a explosão provocada, e um acidente sem precedentes poderia acometer com algum familiar meu.

       A colisão entre nós estava quase acontecendo, eu tinha menos de um milésimo para conseguir pensar em algo para evitar que nos chocássemos novamente dentro da casa.

       Lembrei da nuvem transparente no teto do quarto, ela era a única forma de eu evitar que algo pior viesse a acontecer.

        Mas, como eu faria para levá-lo para a nuvem transparente?

        Nós nos chocaríamos a direita da nuvem, e não embaixo dela. Nossas cápsulas de luzes estavam quase tocando as nuvens no céu, e já provocavam movimentação nas mesmas.

        “Eu tenho que ter fé em mim”. -Pensei comigo mesma.

        –Está com medo por sua família maldita, criança insolente? -Ele falou aumentando ainda mais sua velocidade. 

        -Não, tenho medo por você, pois, já está condenado, eu só irei cumprir a sentença. -Respondi-lhe também aumentando minha velocidade.

        Quando nos chocamos, algo diferente aconteceu dessa vez, ao invés de estrondos e raios, somente um silencio cobriu-nos como uma nuvem, parecia que todo o som existente havia desaparecido.

        Nossas cápsulas de luzes continuavam acesas e totalmente ligadas, só não houve nada que pudesse chegar até nossos ouvidos, era como se estivéssemos surdos.

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