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YAMÊ ARAM

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XXXI

         O QUARTO DAS CORRENTES.

         Em menos de cinco minutos, Casolinha tava dormindo tranquilamente e quentinha, parecia um pequeno anjinho.

         Percebi que ela tinha sentido todo aquele frio que havia formado o caixão de gelo, e que eu deveria tomar cuidado, pois, de certa forma, ela estava percebendo tudo o que estava acontecendo comigo.

         Mas, sentia-se segura por saber que eu estava ali. Comecei a chorar por ver um anjinho sofrendo junto comigo.

         –Meu Deus, me ajude a proteger minha família, e minha irmãzinha que é um bebê ainda! -Orei chorando e beijando seu rostinho.

         Levantei-me bem devagarinho para que ela não acordasse, e a cobri com dois lençóis para que não sentisse frio. Toquei em seu pescossinho, e percebi que ela estava quetinha. Fiquei mais tranquila.

         Saí do quarto fechando a porta bem devagarinho. Fui até a sala, mas, não havia nada ali. Fui para a cozinha que também não havia nada. Resolvi então ir até o quarto onde havia visto as correntes flutuarem.

         Quando a abri a porta de madeira negra, senti um vento frio, muito fraquinho soprando sobre mim.

         –Ele está aqui. -Falei eu sussurrando.

         Entrei devagar, até conseguir chegar ao interruptor. Acendi a luz. Mas, não havia nada, tudo estava do mesmo jeito.

         Sentei-me no chão desapontada. Conseguia perceber que ele estava ou havia passado por ali.

         Sentada no chão, com as pernas encolhidas, abracei minha pernas com os braços. Encostei minha cabeça nos joelhos e desejei saber onde ele havia escondido-se.

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