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YAMÊ ARAM

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XXVII

                              O CAIXÃO DE GELO.

     O gelo produzido pelo vento frio que soprara sobre mim após as palavras daquele espírito, ficou espesso, que mais parecia um caixão de gelo.

     Não conseguia mais ver nada. Meu nariz congelou completamente, minha boca também ficou congelada até minha garganta. Um casulo enorme de gelo cobriu-me impedindo que eu visse alguma coisa, só dava pra ver as luzes refletidas por aquele diamante gelado.

     Achei que seria meu fim, pois, não conseguia respirar nem mover-me. Senti um calor dentro do meu peito. Parecia uma pequena chama aquecendo-se naquele momento. Lembrei do sonho que tivera dentro do baú antigo que ficava na sala da casa. Desejei muito tornar-me aquele furacão de fogo que destruiu a Grande Águia Negra.

     Aquele pequeno calor foi aumentando, a medida que eu concentrava-me nele. Pude sentir que o gelo estava derretendo exatamente no local onde estava o calor. Isso deu-me paz naquele momento. Eu estava quase um minuto e meio sem ar.

     Concentrei ainda mais meu pensamento naquele local, para que o calor aumentasse ainda mais. Percebi que as pontas dos meus dedos também estavam aquecendo, e que o gelo estava derretendo como no meu peito.

     Meus pés começaram a aquecer juntamente com minha cabeça. Procurei imaginar aquele calor chegando na região do nariz e boca, assim eu poderia respirar. Tentei de todas as formas manter-me calma, diferente das outras vezes que entrei em desespero.

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