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YAMÊ ARAM

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XXVI

                      OS STIGMAS.

        Lembrei-me de beber o sangue que caía em minha boca, escorrendo dos ferimentos feito pelas garras negras e afiadas que atravessaram minhas mãos como se fossem um simples fio de algodão.

        Duas atravessaram entre o dedo indicador e dedo maior, da mão direita e esquerda, a segunda perfurou entre dedo maior e o anelar, também das duas mãos, e a terceira garra, entrou entre o dedo anelar e o mindinho, também nas duas mãos, e pararam a milímetros dos meus olhos.

      O vermelho vivo dos seus olhos atravessou a película de sangue que inundou os meus olhos escorrendo de dentro das perfurações, a medida que ele as introduzia suas garras, tentando perfurar minhas córneas.

      Eu podia sentir e ver o sangue de minhas mãos escorrendo das pontas de suas garras do dedo maior, que estavam quase encostando na minha íris.

      –Irei segá-la, antes de matá-la, e vamos ver se você ainda terá condições de ver alguma coisa por muitas eternidade, criança insolente! -Suas palavras trouxeram um vento congelante sobre mim. Meu sangue congelou das mãos até o chão.

      Ouvi estralos de gelo se formando. Uma cortina avermelhada de gelo formou-se sobre meus olhos. Minhas mãos também congelaram. Tentei mexer meus dedos, mas, não consegui. Eu estava completamente imóvel.

      Senti meu corpo congelando por inteiro. Parecia que milhões de espinhos estavam furando minha carne. A dor era terrível. O sangue que caiu dentro do meu nariz, também congelou, e novamente o ar fugiu dos meus pulmões.

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