BOAS VINDAS!

Obrigada por visitar meu blog! Espero que tenha gostado! Dúvidas e comentários serão respondidos com atenção. Para ler todos os posts de uma história, é só clicar nos marcadores!



YAMÊ ARAM

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XXIII

                                   A APARIÇÃO.

             Depois de flutuar sobre todo o quarto, a cama caiu violentamente sobre o chão, jogando pedaços do chão em mim. Protegi meu rosto, mas, minhas pernas e braços foram perfurados pelos pedaços de madeira que voaram contra mim.

             Parecia que a própria casa era minha inimiga. Olhei e cama estava no meio do quarto, a uns dois metros de onde era seu lugar.

             –Meu Deus me ajude! -Exclamei chorando.

             Algo começou a levantar-se debaixo da cama. O estrado começou a subir junto com o colchão e tudo que estava sobre a cama, foram lançados contra o forro do quarto. Pude ver então, o que estava fazendo tudo aquilo.

               Era um espírito com asas enorme. Seus olhos eram vermelhos como fogo. Suas orelhas eram pontiagudas, deveriam ter uns trinta centímetros. Ele estava acocado no chão. Seus pés eram como de gavião, só que bem maiores. Suas mãos eram como mão de homem, mas, tinham unhas tão grandes que eram maiores que seus dedos. Suas pele era avermelhada, e coberta por uma gosma esbranquiçada. Tinha nariz como de morcego, só que bem maior. Sua boca, era de orelha a orelha. Seus dentes eram do tamanho dos dentes de jacaré, mas, seus caninos superiores e inferiores eram do tamanho de uma faca de mesa.

               Ele abriu suas asas enormes, que mesmo acocado, elas tocavam no teto do quarto.

               –Você me queria em carne. Agora estou estou em carne e osso pra você! -Exclamou aquele monstro dando gargalhadas, que pareciam ressoar por todo canto daquela casa.

               Minhas pernas tremiam. Meus pés pareciam não tocar o chão. O suor havia voltado, mas, pelo menos eu não estava sangrando.

               Ele olhou-me nos olhos. O vermelho dos seus olhos ardia como brasa, e caía baba de sua boca, que escorria sobre o chão todo quebrado do quarto. A baba era tão grossa, que fazia uma linha dos dentes até o chão, sem arrebentar, e escorria suavemente de sua boca até o chão.

Google+ Badge

Google+ Followers

VideoBar

Este conteúdo ainda não está disponível por conexões criptografadas.

Seguidores

Follow by Email

Google+ Followers