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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XXI

                      O SOFRIMENTO.

            Meus lábios estavam tão esticados, que a pele que os colam na gengiva começou a rasgar. Senti o sangue enchendo minha boca, e também o barulho a medida que a pele ia sendo rasgada.

            –Não vou deixar você entrar! Disse eu com os dentes serrados!

            –Meu Deus, fazei minha mãe vir aqui, ou, alguém meu Pai! Falei novamente com os dentes serrados.

            –Ninguém virá te ajudar. Eu coloquei todos para dormir novamente. Queria ficar sozinho com você! -A voz gelada falou com tom de sarcasmo.

             Estava saindo muito sangue dos meus lábios.  Já não tava mais conseguindo engolir a quantidade de sangue que estava saindo. Eu sabia que não podia ficar perdendo sangue daquele jeito. Meu corpo ainda estava fraco, e se continuasse perdendo sangue, não teria força alguma para lutar.

            Com muita luta, consegui levantar minhas mãos até meus lábios, e comecei a fecha-los. Não sentia nada com as mãos que fosse palpável. Somente um vento frio que puxava os meus lábios. Fiz muita força para conseguir fechá-los. Quando consegui, ele jogou-me contra o chão.

             Bati a cabeça com tudo naquele chão frio. Aprecei-me em engatinhar para perto do colchão. Pelo menos sobre a cama era mais difícil Dele me machucar.

             -Irei arrancar cada gota do seu sangue nojento! -Disse aquele vento frio soprando com tanta força que entrei debaixo da cama.

              Ele pegou-me pelo cabelo e puxou-me de debaixo da cama. Minha cabeça bateu no pau da cama. Então, começou a me levantar do chão pelos cabelos. Eu tentava acertá-lo com as pernas, que só batiam no vento frio.

             –Não adianta você lutar, você nunca irá me vencer. Eu fui enviado para destruí-lo, e assim o farei! -Falando isso com a voz mais soprosa e granulosa ainda, Ele pegou-me pelo pescoço, apertando minha laringe. Comecei a sufocar novamente.

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