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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XVII

         A PISCINA DE SANGUE.

         Após ter engolido a Grande Águia Negra, todo aquele fogo a minha volta desapareceu. Olhei em volta, e tudo estava destruído.

         Não havia mais nada, somente a casa estava intacta em cima de um pico que subia do grande abismo à sua volta.

         Voei em direção à casa, quando cheguei na porta, que era de madeira negra e tinha umas esculturas de adultos e crianças entalhadas, e eram tão perfeitas que pareciam estar vivas . Uma doce voz novamente falou comigo.

         –Te achei! -Um ronco soou por todo lugar.

         Eu acordei dentro do baú velho que estava na sala de casa.

         –Oi mano, te achei! -Era minha linda casolinha que tinha me achado e abrido o bau onde eu estava escondida.

         Não  sabia se eu chorava ou se sorria. Eu a peguei nos braços e a abracei com toda força, enquanto ela ria toda feliz por ter me achado. Coloquei-a dentro do baú velho comigo. Quando percebi sangue em seu corpo. Fiquei apavorada!

         –O que foi isso amor? -Perguntei a ela com a voz tremula.

         Meu corpo também tremia sem parar, como se eu não comesse a dias.

         –É de você mano! -Respondeu aquele anjinho apontando para mim.

         Quando olhei para minha mãos, braços, pernas, tudo estava cheio de gotículas de sangue. Corri com ela pro banheiro, e tomamos banho. O chão do banheiro virou uma piscina de sangue. Eu não podia deixar ninguém ver aquilo. Ninguém entenderia.

          Depois de limpar todo o chão do banheiro, enxuguei minha irmã. Quando fui enxugar-me, percebi que não havia nenhum ferimento em meu corpo.

         –Mana, não conta isso pra ninguém tá, é nosso segredo de pique esconde, ok? -Disse-lhe olhando dentro dos seus olhinhos fixados nos meus.

         -Tá bom, mano! Isso tranquilizou meu coração. Eu sabia que ela não contaria. Sua inocencia fazia tudo parecer uma brincadeira infantil. Mas, infantil mesmo, era eu naquela guerra que não sabia nem por que tinha começado!

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