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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XIX

        AS GARRAS DA MORTE.

        O vento pressionou-me contra a cama, que começou a encurvar-se no meio, devido a tamanha força do vento empurrando meu corpo naquele momento.

         Estava quase ficando sem ar com meu rosto sendo apertado no colchão. Comecei a ver um monte de cores na minha frente. Vi a vó pela greta. Ferrada. E ainda de barriga pra baixo. Nunca detestei tanto aquela posição! É horrível quando isso acontece.

              A cama começou a roncar, e o pé da dela, a arranhar o chão. Fiquei com medo de alguém ouvir. Não queria que eles vissem aquilo. Com certeza morreriam do coração. Tentei puxar meu braço para cima. O vento soprava sobre minhas mãos como ferrões de aço prendendo-as na cama. Eu não estava conseguindo respirar com a boca. Comecei a me debater, e a ter espasmos muscular devido a falta de oxigênio.

              Um desespero enorme tomou conta de mim. Tentei acender o fogo dentro de mim, mas, nem faísca que dirá asas de fogo. É desse jeito, quando cobra ganha veneno as asas lhe são tiradas!

              Juntei toda força que ainda restava em mim, e com um empurrão consegui levantar um pouco a cabeça e puxar um pouco de ar. Projetei meu corpo para trás novamente com mais força, e pude puxar meus braços. Apoiei a mão na cama, respirei fundo, botei toda força, e empurrei-me novamente.

              A força foi tanta, que caí pra trás batendo a cabeça na parede do quarto. Meus olhos estavam vermelhos de tanta força que tinha feito. Minha respiração estava ofegante. Meu coração batia a mil por minuto.

              Uma coisa parecendo cinco unhas muito afiadas começou a puxar o lençol branco que forrava o colchão. Dava pra ver direitinho aquelas unhas riscando o lençol, que ia encolhendo e engatando naquelas garras. Eu fui encostando contra a parede, que estava quase entrando nela. As unhas vinham na minha direção. E faziam um barulho quando desfiavam o lençol.

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