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YAMÊ ARAM

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XII

A PRISÃO ETERNA.

 Após a voz sombria e áspera falar. Senti aquela escuridão comprimindo meu corpo infantil, que começou a curvar-se com aquele peso todo. Não conseguia respirar. Meus joelhos começaram a tremer. Até que caí de joelhos. Só que não era pra rezar.

 A pressão aumentou mais, e minhas mãos também foram ao chão, e eu fiquei de quatro. Conhecia essa posição muito amada pelos humanos. Mas, ali não era nada gostoso. Quanto mais forças eu fazia, mais meu corpo era pressionado contra o chão do abismo. Até que minhas forças se esgotaram totalmente e todo o meu corpo agora estava contra o chão.

 -Lá você até poderia me vencer. Mas, aqui é meu lugar. Sou eu que mando. E você irá ficar na prisão eterna, para todo o sempre! -Disse em alta voz aquela escuridão.

 Meu sangue começou a espirrar de dentro do meu corpo. Sentia minhas costelas quebrarem uma a uma. A dor tinha voltado, e eu não conseguia nem pensar de tanto que doía. Senti meu crânio começar a estralar quebrando-se. De repente aquilo esmagou-me totalmente. Já não havia dor nem corpo também. Mas, minha consciência ainda estava viva. Eu podia sentir todo aquele negro abismo. Mas, eu não via nada. Somente meus pensamentos me faziam companhia. Não havia luz nem saída alguma daquele lugar.

 –Eu perdi. Ele me venceu. -Pensei eu naquele momento.

 Fiquei ali durante três dias naquela escuridão infinita. Não tinha medo. Mas, a solidão era desesperadora, e queria esmagar até meus pensamentos, que estavam diminuindo a cada momento. Não conseguia me lembrar de nada.

 No segundo dia já não lembrava meu nome, e assim eu estava morrendo. Depois, eu não sabia nem por que eu estava ali.

 Um som muito longe e fraco entrou naquela escuridão, e parecia estar vindo na minha direção. Mas, eu não lembrava o que segnificavam as palavras. Não havia inteligencia em minha mente.

O som parecia ganhar forças a cada momento. Mas, não entendia nada do que falava. Só havia trevas, e elas estavam me devorando por inteira.

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