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YAMÊ ARAM

terça-feira, 11 de setembro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA XI

O ABISMO.

 A nuvem negra também começou a expandir a sua volta. Aumentava a medida que o calor do meu corpo crescia.

 Quando nos chocamos, um trovão enorme rasgou o céu. Pude ver algumas estrelas caindo em chamas sobre a terra. Mas, não fomos arremessados como antes.

 A nuvem negra a sua volta e ar vermelho em volta de mim provocavam relâmpagos que rasgavam aquele chão ceco, e abria fendas enorme debaixo dos nossos pés.

–Então é você mesmo que veio aqui atormentar-me? Disse-me aquele Vulto, com uma voz agora parecendo um relâmpago.

–Você me conhece de onde? Perguntei olhando diretamente em seus olhos.

 Estávamos frente a frente. Nossas mãos estavam quase encostando uma na outra. Existia centímetros entre nós dois.

 –Você não passará por mim! Falou-me novamente. Eu que já estava quase sem medo algum, pois, agora meu corpo ardia com larva.

 –Se eu vim, eu vou continuar! Respondi sem medo.

Ele aumentou a nuvem negra a sua volta, que chegou ao tamanho de um campo de futebol. Eu já tinha percebido que o calor no meu corpo aumentava meu poder de luta. Então, fechei os olhos e gritei. O ar vermelho a minha volta aumentou tanto, que consegui desferir um golpe contra aquele Vulto, jogando-o longe.

 Ele deu um grito tão estrondoso, que o chão abriu-se debaixo dos meus pés. Cai dentro de abismo sem fundo. Não conseguia ver nada a minha volta. Somente o ar gelado tocava meu rosto.

 Choquei-me contra o chão negro daquele abismo, como se fosse um meteoro caindo sobre a terra. Eu já não sentia dor. Mas, continuava sangrando, e de alguma maneira eu não estava enfrequecendo. Pelo contrário, minha força aumentava de forma ilimitada.

 Aquele abismo era tão negro, que nem o fogo vermelho a minha volta aparecia naquela escuridão. Uma voz sombria e áspera, quase rasgou meu ouvido.

–Você é uma criança, não devia ter vindo aqui. Agora, seu espírito ficará preso aqui para sempre! Foram as palavras que eu ouvi.

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