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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA VIII

O CAMINHO.

 Depois que o portão estava totalmente aberto, ainda roncava fazendo mais barulho.

 Havia um caminho a minha frente. As árvores estavam todas secas mais suas folhas não caiam.

 Não havia vento. Nem canto de passarinhos. Não tinha nada vivo ali. Só a bicha perdida.

 Olhei para um lado e para o outro, e não dava pra ver nada, parecia ter sido um local muito bonito. Mas, que por algum motivo tinha morrido tudo que estava dentro dos domínios daquele enorme portão, que continuava roncando ainda mais alto.

 Decidi seguir aquele caminho que era muito longo e com curvas enormes. Cheguei a arrancar algumas folhas e flores secas, e pude ver que elas estavam totalmente mortas.

 Um vulto negro atravessou o caminho atrás de mim. Um pavor imenso tomou conta de meu espírito. Novamente outro vulto cortou o caminho a minha frente. E muitos vultos comeram a atravessar de um lado pro outro.

As folhas secas denunciavam seus movimentos, fazendo um barulho como de muitos chocalhos. Percebi que eles tocavam nas árvores, mas, nenhuma folha caia no chão.

 Decidi que iria correr. “Se correr o bicho pega. Se para o bicho come.” Lá isso fez sentido.

A bicha tava cercada por um monte de bichos. Corri adiante, nem olhei pra trás, era o mesmo que tava na frente. Alcancei uma velocidade tão grande, que as folhas começaram a cair das árvores. Quando vi isso, tive forças de correr ainda mais rápido, e fui arremessada pra trás por um Vulto enorme. Diferente daqueles do caminho.

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