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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA IX

A GRANDE GUERRA.
                                       
  Uma dor imensa invadiu meu corpo inteiro. Era como se meus ossos estivessem sendo perfurados por uma broca. Melhor, uma furadeira. A dor era tão aguda que chegava a cegar-me. Eu estava caída a uns quinhentos metros de distância do Vulto enorme que jogara-me para trás conta tanta facilidade, que mais parecia uma pluma.

  Com muita dificuldade, consegui levantar. Ele começou voar em minha direção novamente. Firmei os pés no chão. Pude sentir a terra entre os meus dedos. Empunhei as mãos a frente. E novamente fui arremessada a mesma distancia para trás. Logo vi que ele queria que eu voltasse. É o ditado “caminho feio por veio” essa é a serventia da casa. E esta concerteza não me queria dentro dela.

   Ele jogou-me novamente com uma investida mais violenta ainda. O impacto foi tão terrível, que achei que meu corpo tinha sido feito em pedaços. Demorei muito mais tempo para ficar em pé novamente. Depois de alguns minutos caída no chão, pude sentir algo gelado tocando meu rosto.

 –Agora eu tô morta! Pensei eu. Fiz força para levantar minha cabeça. Quando consegui, meus olhos viram uma poça de sangue embaixo do meu corpo.                                              

 -Esse sangue é meu! Se eu continuar sangrando, não terei forças nem para voltar pro meu corpo, que dirá entrar na casa.                                                                                                        

 Uma ira demoniaca tomou conta do meu espírito. Sentia como se um fogo infernal tivesse queimando minha alma. Meus olhos ardiam. Não havia saliva em minha boca. Meus lábios estavam ressecados. Ele continuava olhando-me de longe.                                                      

 -Você não vai me impedir de entrar. Eu já passei o portão enorme, e vou continuar em frente. Falei eu ainda trêmula devido as investidas que eu tinha sofrido daquele Vulto enorme.                                              
  –Ha há há! Gargalhou ele olhando diretamente pra mim.

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