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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

PRESIDENTE FIGUEIREDO


A selva é luxuosa também. Prazeres carnais, não é luxo só de quem dinheiro como cachoeira, que me lembra Presidente Figueiredo, esse também tem muitas cacheiras. Tem até corredeira. Nessa dá medo de escorregar e pará na rede. Ou, entrar na mata molhada. Tem horas que é uma atrás da outra. É luxo puro. O ápice do absinto anís. Ali não dá pra usar muita coisa. Tem muita informação pro cérebro processar. É muita cor. Muita água mole em pedra dura batendo forte que fura! Imagina três! Lá acontece isso. São cachoeiradas seguidas. Batendo forte no chã. O rosto fica molhado. Cabelo então! Arara grita doutro lado. E a gente molhando a mão. E dá mais recanto encantado. Azul amarelo e branco, as cores que saem da água, da gruta que cai no chão. Apenas um gemidinho. E o caboco fica na mão. Difícil é ficar calado, com o corpo gozando forte, um manto de luxo e prazer, é suco de cupuaçu gelado, naquele calor infernal, caboco fica suado, mergulha pelado sem mal. Bembém me ensinou o lado da selva pra se comer. Iracema dá no Santuário, difícil é ficar no armário, tem muita grutas pra se esconder. Orquídeas na Pedra Furada faz Neblina pra gente ver, Sussuarana com o Arco quebrado, tem dentes pra te morder. Suframa, Mata Calado, é fruta de se comer. Brasil tem lugares encantados, tão belos de morrer. Presidente Figueiredo deixa molhado, qualquer um que venha lhe ver. E eu já andei nesse mato, sentindo no corpo a mão, do Presidente que joga o caboco no chão, entrei foi no meio mato, sem medo e sem noção, deveras fiquei encantada com tanta beleza na mão, melhor, fiquei apaixonada, por essa cidade de pães.

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